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Crédito: Divulgação
“Foi assim, de repente, que comecei a pintar. Foi incrível, uma descoberta, uma revelação. As coisas foram acontecendo e as pessoas foram gostando. Rolou um interesse. Pintei um quadro enorme e o Rodolfo Vanni quis colocar na produtora, pendurado no hall de entrada da Cia. de Cinema. Comecei expondo no ateliê livre do Tomie Ohtake, depois no ateliê de uma amiga. Em seguida recebi um convite para expor em Berlim, na Alemanha. Participei de uma coletiva na Casa Contemporânea, em São Paulo, só com artistas legais, e alguns estavam na Bienal. Depois participei de mais três salões: em Blumenau, Novo Hamburgo e em Campinas. Tudo foi muito rápido. É parecido com o processo de dirigir, sempre diante de algo novo, um recomeçar intenso. Algo novo, divertido e sério ao mesmo tempo”.”
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