Em Bogotá, vi muitos logos da operadora Movistar – muito presente na América Latina e em outros países latinos –, e lembrei de que novamente estamos diante do possível desaparecimento de uma marca brasileira forte: a Vivo. Com certeza, seus fãs não ficarão felizes se não puderem mais conviver com ela.
Já fui um árduo defensor de marcas locais, mas uma vez que passam a fazer parte de um portfólio de marcas globais, não consigo mais vê-las sobreviver. Afinal, há muito nos tornamos parte de uma comunicação global e de tempo real, inclusive por meio de celulares. Nesse cenário, caso não houver grandes empecilhos, ao substituir a Vivo, a Movistar se fortalece globalmente – o mercado brasileiro é bem representativo – e tem sua gestão facilitada. Sendo assim, faz sentido se começar do zero e com execuç&oti...