Em meados dos anos 90, quando lançamos o conceito do consumidor moderno, acreditávamos que, por conta do resgate da cidadania, começou a emergir um consumidor mais exigente. A previsão era de que ele iria evoluir e descobrir aspectos intangíveis nos produtos e serviços.
Visualizamos, na ocasião, a necessidade das organizações se abrirem ao público e publicamos – na revista Consumidor Moderno - as primeiras reportagens sobre responsabilidade social. Já nesta década, houve uma banalização do termo “social” para todas as ações corporativas e até políticas.
Começamos a introduzir, então, o conceito de sustentabilidade e relação transparente com os diversos públicos das empresas. O ponto que necessitamos esclarecer é: quais são os limites da sustentabilidade e qual sua abrangência?<...