Sete. Sim, sete. Esta é a média de curriculuns que recebo diariamente em minha caixa de entrada. Não falo dos que chegam pelas vias normais da empresa, pelo email destinado exclusivamente a este fim. São quase 50 por semana em meu próprio email. Confesso.
Não os leio. Encaminho todos, quase sem exceção ao departamento responsável pela seleção de candidatos. Caso julguem que seja o caso de uma entrevista comigo ou com alguém de minha equipe, estarei lá.
Mas vez ou outra, por curiosidade, dou dois cliques no anexo. E invariavelmente me surpreendo.
Primeiro susto: eles não falam inglês. Ou melhor, eles não falam apenas inglês. Falam português, inglês, espanhol, italiano, francês, alemão e uma ou outra língua escandinava.
Segundo susto: não têm o segundo grau completo. Sim, n&at...