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Artplan, na miúda, se multi-diversifica.

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Artplan, na miúda, se multi-diversifica.

Fadiga: “Nossos diretores têm programa de bônus diferenciado, sendo que 50% estão atrelados ao resultado da agência e os outros 50% condicionados às métricas de marketing dos nossos clientes, pré estabelecidas no início do ano”.

3 de maio de 2017 - 7h58

Por Pyr Marcondes

Já escrevi artigos aqui sobre alguns modelos de agência que começam a se desenvolver no mercado brasileiro como resposta aos desafios do novo mercado. São modelos que, cada qual da sua forma, buscam colocar suas operações em um novo contexto, para que passem a se desenvolver de forma transformada, num mundo que não vai parar de se transformar nunca mais.

Falei da nova Isobar, da Salve Tribal, do desafio do Nizan na DM9. Hoje trago o modelo do Antonio Fadiga na Artplan, que na miúda vem se transformando em uma agência multidisciplinar flexível e atenta aos novos tempos.

Um dia, movido por um artigo que escrevi e que muitas agências não engoliram bem (era baseado num estudo da FENAPRO, feito com os próprios donos de agência, não por mim), o Fadiga me chamou e me disse que sua agência tinha uma solução para cada um dos gargalos do negócio que eu (na verdade, os próprios empresários do setor) apontei no tal artigo.

Pois não é que era mesmo?

A Artplan é uma marca e uma operação de agência nascida no Rio pelas mãos do genial Roberto Medina, que dispensa apresentações.

No Rio, a Artplan teve grandes momentos e segue sendo uma marca reconhecida. Mas em São Paulo não chegou a ter reconhecimento expressivo em anos.

O Fadiga foi chamado para mudar isso e tem contado com o apoio de Rodolfo Medina para suas estrepolias, fora as contribuições da equipe, que ele assegura são os responsáveis por parte significativa das novas ideias transformadoras que a agência está colocando em prática.

Aqui, um pouco do que a Artplan anda fazendo em São Paulo.

Unidade de Branding: dentro do Planejamento e exclusiva para clientes. Na busca da essência da marca, contribui diretamente na definição de sua causa e seu propósito, estabelecendo como isso “desce” para a cultura organizacional da empresa. Exemplo: Amil com a bandeira de Obesidade Infantil Não.

Unidade de Shopper Market: também dentro do Planejamento e exclusiva para clientes. Exerce diariamente o olhar da conversão por canais, avaliando toda a jornada e experiência do consumidor (diariamente está em simulação de compra on e off). Essa postura e essa solução aproximam a agência do negócio e dos indicadores de performance dos clientes.

Benchmarking: área que analisa tudo que rola de marketing e comunicação (internacionalmente), na categoria dos clientes da agência, trazendo infos que podem se transformar em vantagens competitivas. Nas multinacionais, isso é default. Numa agência nacional, nem sempre.

Digital Inside: a Artplan internacionalizou todas as disciplinas e atividades digitais do Grupo Artplan e não tem mais uma área digital, porque todo o trabalho é integrado e o digital é nativo em todos eles, multidisciplinar e cross channel, always on;

Criação, Conteúdo e Planejamento unificados: cada uma dessas áreas domina sua especialidade, mas não operam mais separadamente, sempre unificadas, com objetivo integrado de contar histórias das marcas e não mais fazer campanhas;

Data & BI suportam tudo: Data e BI são suprimento de tudo, já que os projetos têm o digital integrado e informações de dados e inteligência de negócios são assets básicos para toda estratégia.

Mobile Marketing integrado: a Artplan integrou a compra de uma plataforma específica de mobile marketing, que hoje opera dentro da estrutura da operação, na mesma estrutura integrada que abrange toda a agência. Bots e apps nascem internamente e atendem o B2C, bem como as necessidades de trade e B2B dos clientes;

Makers on board: desenvolvedores especializados em projetos maker trazem a lógica da programação simplificada e da prototipagem de produtos para o coração da agência.

Consultancy Aside: uma unidade independente de consultoria composta por um consultor estratégico, um profissional de marketing, um de tecnologia e outro de design gera suas próprias oportunidades diretamente junto aos clientes, como olhar de novos negócios e remuneração na base do revenue share.

Performance e e-commerce: duas áreas hoje bastante atuantes em clientes com demandas específicas como Etna, Beach Park e Estácio.

Integradora de Outsourcing: operação que administra e integra todos os fornecedores terceirizados dos clientes, retirando do marketing esse ônus operacional.

 

Além disso, como conta Fadiga, “nossos diretores têm programa de bônus diferenciado, sendo que 50% estão atrelados ao resultado da agência e os outros 50% condicionados às métricas de marketing dos nossos clientes, pré estabelecidas no início do ano”.

No ranking da Agency Scope, a Artplan aparece como a terceira mais bem avaliada por seus próprios clientes.

É um modelo perfeito? Não vem ao caso. É melhor ou pior que outros? Também não vem ao caso.

O que vem ao caso aqui é que a agência está se mexendo para não ser engolida por sua própria inércia. E se a pesquisa da Agency Scope estiver minimamente certa, encantando seus clientes.

Se sua agência tem soluções inovadoras e está se movimentando para mudar, envie seu caso pra mim no pmarcondes@grupomm.com.br.

O critério de seleção é meu e não prometo publicar nada. Mas prometo olhar com o máximo de carinho e trazer ao mercado exemplos inspiradores de quem está se mexendo para mudar. Estamos precisando muito, mas muito, disso.

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