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Agências começam a mudar de verdade. Ufa, demorô. Mas tá rolando.

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Agências começam a mudar de verdade. Ufa, demorô. Mas tá rolando.

Já não era sem tempo. Movimentos concretos e significativos começam a spocar aqui e ali, dando conta de que o setor de agências de propaganda no Brasil parece acordar de uma letargia ruim, imobilizadora, que começa a querer ficar no retrovisor da história.

10 de julho de 2017 - 10h35

Três matérias do jornal Meio & Mensagem desta semana são animadoras para o setor de agências e, na verdade, para toda a indústria.

Uma dá conta da África montando sua operação Pulse, de intelligence insights baseada em dados; a outra fala que a Ogilvy monta uma área cognitiva, baseada no Watson, do seu cliente IBM, além da contratação do Toni Ferreira para liderar um departamento digital que vai tentar unir a agência de ponta a ponta; e a outra ainda comunica que a F/Nazca absorveu a consultoria COR, de Rita Almeida. É o setor se mexendo para deixar de ser o que sempre foi, e que deu mega-certo durante muitas décadas, para passar a vir a ser de novo o que sempre foi, só que de forma renovada: o centro de excelência e relevância da comunicação e do marketing, antenadão com as novas tendências do mundo.

Até que enfim, as agências começaram a mudar, porque do outro lado, numa outra notícia do mesmo M&M, vemos a McKinsey contratando o Marcelo Trípoli e, semana passada, vimos a Accenture levando o Eduardo Bicudo para integrar e compor sua equipe de novatos egressos do mundo da publicidade, que são o Leo Cid Ferreira e o Eco Moliterno.

Grandes e fascinantes tempos, vivemos.

Tudo isso pode ser encaixado numa das reportagens de destaque da mesma edição, ainda rescaldo do Festival de Cannes, em que o jornal conta como criativos cada vez mais se integram às plataformas de tecnologia e comunicação mundial, num movimento igualmente simbiótico, uma coisa se interpenetrando na outra: criatividade de origem publicitária ingressando no mundo da tecnologia.

As agências que não entenderem esse movimento possivelmente vão perder relevância ao longo dos anos. Mas é difícil imaginar, agora que esses exemplos de transformação começam, de forma concreta, a aparecer e se consolidar, que alguma agência no País ainda acredite que o modelo tradicional será o modelo que lhes garantirá o futuro. Bom, pelo menos eu espero que não.

Que novas notícias e reportagens do M&M tragam mais e mais novidades e transformações para o setor. É disso que ele precisa para se fortalecer e se protagonizar como, historicamente, sempre fez.

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