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SPRINT: os cinco dias que mudarão o mundo!

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SPRINT: os cinco dias que mudarão o mundo!

O processo que está revolucionando a gestão de novos projetos nas companhias é, em verdade, muito simples. Mas implica em uma metodologia específica, com fases muito bem definidas e para as quais é preciso estar preparado. Mas resumindo, vale a pena testar.

28 de agosto de 2017 - 7h41

Na foto principal que ilustra este texto você vê Jake Knapp, autor do livro “SPRINT – Solve big problems and test new ideas in just five days” explicando a gestores de empresas como seu método funciona.

Alguns dos mais avançados conceitos de design thinking e de transformação corporativa aplicados hoje em várias esquinas do mundo, tanto por grandes empresas de consultoria e tecnologia, como por startups de toda espécie, são baseados na dinâmica do Sprint.

O Sprint é um framework que acelera o que antes demorava. Demorava muito. Estamos falando do processo de tomada de decisão corporativo e de se colocar em prática novos projetos dentro das empresas. Qualquer projeto.

O Sprint reduziu essa jornada a, acredite, 5 dias.

No livro, Knapp mostra como isso que, num primeiro momento, parece impossível ou temerário, pode de fato acontecer.

Na prática e na vida real, inúmeras empresas estão já lançando mão do processo com indiscutível e comprovado sucesso. Acredite! (Na verdade, não acredite: vai lá e testa, pra ver se de fato funciona. Afinal, são só 5 dias…)

A lógica, na verdade, é bem simples. Veja na ilustração abaixo.

Ou seja, mapeie, desenhe, decida, prototipe e teste. Comece na segunda, termine na sexta. E deu. Você não só sai com um protótipo, como faz os primeiros testes para ver se a bagaça funciona no mercado real.

No meio do caminho você terá canvas bem simples, mas muito objetivos, com ideias de projetos focados em problemas reais a serem resolvidos.

Prototipar e testar são as etapas finais que, em minha opinião, fazem a grande diferença do processo de Sprint, porque sempre foram momentos considerados críticos demais para serem testados e ficavam sempre esperando para que o pessoal de TI, P&D ou outros usassem meses ou até anos para realizar seus testes. Agora as duas coisas demoram dois dias.

Acho que de verdade vale experimentar e fazer sua própria experiência na empresa e ver se o Sprint funciona. Os ganhos serão muito maiores do que uma eventual perda de tempo.

 

 

 

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