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Estudo do Google sobre masculinidade revela que 50% dos homens mais sensíveis são chamados de gays

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Estudo do Google sobre masculinidade revela que 50% dos homens mais sensíveis são chamados de gays

Mais da metade dos homens já foi chamado de ‘gay’ ou ‘afeminado’ por ter expressado seus sentimentos. Para 93% dos entrevistados, cuidar da aparência é importante. 90% já usaram cosméticos.

Pyr Marcondes
4 de julho de 2018 - 15h00

O Google BrandLab São Paulo, área da empresa focada em identificar hábitos e insights para inspirar a estratégia digital de marcas e agências de publicidade, acaba de lançar mais um estudo, agora, sobre masculinidade. Os especialistas do BrandLab analisaram dados da busca do Google e do YouTube, duas das maiores plataformas digitais do mundo, para entender como os homens tem se comportado e mudado nos últimos tempos. Foi realizada ainda uma pesquisa on-line (Google Consumer Survey), com 700 homens de 25 a 44 anos.

A abertura do  estudo diz o seguinte:

O estudo discute o que conceitua como Masculinidade Tóxica. Que é assim explicada:

“Homem não chora, não pode manifestar sentimentos, não deve demonstrar medo, fraqueza, vulnerabilidade ou qualquer comportamento tido como “feminino”, vivendo sob a ameaça oculta de manchar a sua reputação. Essa visão, construída há décadas pela sociedade patriarcal, é atualmente chamada de masculinidade tóxica, um termo que muitas pessoas desconhecem, mas que ganhará cada vez mais força junto com outras pautas relacionadas à igualdade de gênero e diversidade.”

Veja abaixo alguns insights:

– Para 34% dos entrevistados, o homem moderno também assume as tarefas domésticas
– 88% afirmam que ser um bom pai consiste em participar ativamente do dia a dia dos filhos
– 40% da audiência do YouTube, quando o assunto é cuidados infantis, já é masculina
– ⅓ dos homens gostaria de ter mais liberdade para compartilhar seus sentimentos.
– Mais da metade dos homens já foi chamado de ‘gay’ ou ‘afeminado’ por ter expressado seus sentimentos.
– 78% dos homens ouvidos na pesquisa concordam que existe machismo no Brasil
– Entre as buscas relacionadas ao tema, o termo “machismo no Brasil”, pulou da 9º posição para 3º em volume de busca, ficando atrás apenas de “o que é machismo” e “o que é ser machista”, e crescendo 263% nos últimos dois anos.
– No último ano, a visualização do público masculino em vídeos de beleza, cresceu 44%
– Para 93% dos entrevistados, cuidar da aparência é importante. 90% já usaram cosméticos
– 49% dos homens discutem cuidados pessoais e trocam dicas de produtos quando perguntados sobre o assunto
– 30% dos entrevistados declararam assistir vídeos sobre produtos de beleza e cuidados pessoais para homens

Acesse aqui o artigo do Think with Google e veja abaixo o infográfico com alguns destaques do estudo.

 

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