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Big Data está transformando tudo

Agora é possível tornar qualidade em quantidade

Odhara Rodrigues
18 de abril de 2016 - 16h08

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Você sabe o que é Big Data, certo? Mas sabe mesmo?

Vamos recapitular. Big Data hoje é a capacidade de armazenamento de um grande volume de dados de forma gerenciável e na nuvem. Essa é uma definição correta. Mas não abrange o todo. Big Data é um pouquinho mais que isso.

Big Data hoje inclui a capacidade tecnológica e a possibilidade mercadológica desse grande volume de dados ser clusterizado de forma infinita. E com uma precisão absoluta. A custos que tendem a se tornar mais acessíveis na medida em que o tempo passar, com grande impacto em redução de despesas das corporações, por um lado, e considerável aumento na eficiência das operações que dependam de dados, por outro.

Mas não fica aí.

Pense que agora é possível tornar qualidade em quantidade. A base do raciocínio é simples, embora o envolvimento tecnológico seja complexo. Uma palavra pode se tornar um dado. Um comportamento humano também. Uma imagem idem. Um sentimento, acredite, pode sim ser agora tornado número. Que irá compor um dado. Que vai alimentar o Big Data. Que vai ser aproveitado por um algoritmo. Que vai otimizar operações nas empresas, em um enorme número de atividades. Da produção, a distribuição, a comunicação.

Nessa lista aí de cima você deve ter ficado em dúvida se de fato sentimentos podem ser transformados em dados de Big Data. Mas podem, sim.

Se estiverem expressos na rede, são capturáveis, decodificáveis em grupos de comportamento através de indicadores quantitativos e, posteriormente, armazenados em forma de dados, para serem utilizados em BI, ou em campanhas de marketing.

Nada disso seria possível sem Big Data. Mas no seu conceito e operacionabilidade extendidos.

Big Data está transformando a busca (SEO). Meio óbvio. Se dados podem ser usados para o aprimoramento da eficácia da busca, quando armazenados em Big Data e geridos de forma cada vez mais precisa e eficaz, os sistemas de SEO tornam-se automaticamente mais efetivos. E rentáveis.

Big Data está transformando as redes sociais. Porque dá poder aos dados para que as atividades nas redes sejam mais e melhor monitoradas, entregando insights para os usos mais diversificados. No caso do marketing e da comunicação, nem precisamos comentar como isso se tornou verdadeiro. Todos sabemos disso.

Big Data está revolucionando os conteúdos digitais. Porque conteúdos, sejam quais forem, se estiverem sobre uma plataforma digital, podem ser tornados dados e, portanto, armazenados e, portanto, gerenciados a serviço de objetivos estratégicos os mais diversos, pelas empresas.

Aliás, hoje muitas empresas produzem conteúdos sabendo de tudo isso. Tornam seus conteúdos mais encontráveis pelos mecanismos de SEO e isso os torna mais amplificáveis, mais escaláveis e mais eficientes.

Big Data está transformando o mobile. De novo, fácil de entender porque. Mobile é um canvas tecnológico, um suporte, que carrega em si tudo o que comentamos acima. Carrega toda a internet dentro dele. E se toda a internet pode ser transformada em dados, via Big Data e seus desdobramentos tentaculares, também o mobile vai no rolo. Sua performance é otimizada e até melhor qualificada, porque cada usuário pode ser identificado e para ele, a partir daí, serão entregues serviços e informações e conteúdos e o que imaginarmos, de forma mais acurada e personalizada. Graças ao Big Data.

Poderíamos nos estender aqui bem mais, mas você entendeu o ponto.

E daí?

Daí que se você, como profissional, e sua empresa como corporação de mercado, não souberem direitinho de tudo isso, se não souberem gerir tudo isso de forma articulada e organizada, se não tiverem políticas de gestão de Big Data operacionais e sob controle, se não investirem em programas, sistemas e serviços na área, estarão não só perdendo oportunidades, como também, certamente, perdendo dinheiro, faturamento e lucros.

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