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Turnover de CMOs cresce nos EUA. Busca é por profissionais multidisciplinares.

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Turnover de CMOs cresce nos EUA. Busca é por profissionais multidisciplinares.

A rotatividade vem aumentando nos últimos anos, o que pode ser um mal sinal para os profissionais que não se adaptam as transformações.

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16 de fevereiro de 2017 - 6h16

Segundo pesquisa da Korn Ferry, os CMOs ficam em média em seus psostos, nos EUA, cerca de 4,1 anos, o que é praticamente a metade da média dos CEOs, que ficam 8 anos.

 

Mas eles são mandados embora ou deixam os seus empregos? Os dois.

 

Por um lado, as empresas estão agora frequentemente em busca de profissionais que tenham multiplicidade de skills, o que muitas vezes provoca a substituição de CMOs mais velha guarda. Por outro, CMOs também são procurados por várias empresas, exatamente pela mesma razão, e isso promove uma dança das cadeiras que não chega a ser nada ruim para a carreira desses profissionais.
“A função de CMO hoje é excepcionalmente complexa e requer o equilíbrio certo entre as habilidades do lado esquerdo e do cérebro direito e, muito importante, um conjunto diferenciado de competências de liderança”, declara Caren Fleit, líder do centro de marketing da Korn Ferry.

 

A executiva acrescenta ainda que “CMOs com esse tipo de perfil estão em alta demanda e são muitas vezes recrutados para liderar a próxima transformação”.
Os CMOs também estão entre os mais jovens executivos do C-suite, com uma média de idade de 52 anos.

 

Já como registra a empresa de recrutamentos Russell Reynolds, o turnover entre os profissionais de marketing em 2016 foi o maior desde que a empresa começou a fazer esse tipo de acompanhamento de mercado há quatro anos.

 

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