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A Vida no Centro: hub de inovação e cultura

Projeto tem o objetivo de ajudar a melhorar a vida no centro da capital, usando para isso diferentes instrumentos, como plataforma digital, microeventos, experiências e projetos de marketing e turismo para marcas.

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8 de agosto de 2017 - 15h38

O centro de São Paulo vive uma fase de efervescência ligada à economia criativa, com novos bares, restaurantes, espaços culturais, festas e a presença cada vez maior de um público adulto jovem. Além disso, uma série de projetos, empresas e outros tipos de iniciativas estão surgindo na região. Entre os exemplos estão o Sesc 24 de Maio, que abre neste mês, e o centro cultural do Santander no antigo Banespão, previsto para novembro.

Além disso, diferentes espaços abriram as portas nos últimos anos e levaram um público novo à região, como o Cine Joia, Mirante 9 de Julho e vários outros bares e restaurantes badalados, como a Casa do Porco e o Esther Rooftop. Isso sem falar em pontos tradicionais, como Teatro Municipal, CCBB e Sala São Paulo.

É nesse contexto que surge o projeto A Vida no Centro, uma startup focada na retomada do centro de São Paulo, um lugar não só para trabalhar, mas também morar, se divertir, fazer turismo e aproveitar programas culturais.

O projeto A Vida no Centro é um hub de inovação, cultura e experiências sobre o centro de São Paulo criado pelos jornalistas e empreendedores Denize Bacoccina e Clayton Melo.

“O objetivo da startup é ser um instrumento que, por meio de diferentes ações, ajude a melhorar a vida nessa região e, assim, contribua para tornar São Paulo uma cidade mais aberta, sustentável e inovadora”, diz Clayton. “Nossa intenção é dar visibilidade e estimular o movimento de retomada do centro, algo fundamental e benéfico para a cidade de São Paulo”, diz Denize.

Proposta

O projeto A Vida no Centro vai atuar por meio de diferentes ferramentas e serviços, como plataforma digital, curadoria de tendências e comportamento e experiências, como microeventos temáticos ou customizados para empresas.

O site avidanocentro.com.br será a plataforma digital do projeto. Sua principal função é formar uma comunidade de pessoas interessadas no centro de São Paulo. Assim, a ideia é aproximar jovens empreendedores de diferentes áreas da economia criativa, moradores da região e também de outros bairros, empresas, instituições e demais interessados na retomada do centro de São Paulo. O Facebook da startup já está no ar.

Nesse sentido, a plataforma também cumprirá o papel de apresentar o centro para quem mora em outros bairros de São Paulo e não conhece, de verdade, essa região. E também para quem vive fora da capital e vêm à cidade a negócios ou lazer.

Hub de inovação e modelo de negócios

O projeto vai mostrar quem são os empreendedores, instituições, empresas e pessoas que desenvolvem iniciativas transformadoras no centro. Nesse sentido, também será um hub de inovação e cultura, conectando – por meio de pequenos eventos e projetos especiais – pessoas e empresas que estão transformando positivamente o centro de São Paulo.

O modelo de negócios está baseado em:

• Patrocínios: marcas interessadas em associar sua imagem a projetos que estimulem a recuperação do centro, por meio de apoio à plataforma digital e outras ferramentas de marketing e interação, como microeventos, experiências ou projetos customizados de marketing.

• Curadoria de tendências e comportamentos relacionados ao centro de São Paulo. Por meio de relatórios e análises, o serviço de consultoria auxilia empresas e instituições na concepção de projetos culturais, sociais, marketing e negócios na região.

• Experiências: organização de microeventos – que podem ser feitos sob medida ou não para empresas – que propiciem um maior conhecimento sobre a região e estimulem as pessoas a frequentar o centro (passeios, cursos ou outras ações especiais).

Experiência pessoal motivou a criação do projeto

Denize e Clayton tiveram a ideia do A Vida no Centro no final de 2016, motivados por uma experiência pessoal.  Quando decidiram morar no centro de São Paulo, começaram a pesquisar para ver melhor como estava essa região.

Então perceberam duas coisas: havia uma grande movimentação, com novos bares, restaurantes, lojas de moda e escritórios de economia criativa que começaram a atrair um público mais jovem e conectado para a região. Ao mesmo tempo, a maioria das pessoas com quem conversavam não tinha ideia disso. A reação inicial geralmente era de surpresa: “É mesmo? Vocês vão morar no centro?”

Foram, gostaram e viram que podiam ajudar a mudar essa visão, mostrando tudo o que acontece na região e colaborando com marcas em projetos de marketing e comunicação que aproveitem todo o potencial do centro. “Os problemas nessa área da cidade são muito conhecidos e serão discutidos em nossa plataforma ou em cursos e ciclos de debate que pretendemos organizar. Mas a região também tem uma face moderna e vibrante ainda pouco conhecida, até mesmo por quem mora há muitos anos em São Paulo”, diz Denize.

“O centro tem todo o potencial para se efetivar como um polo cultural e de inovação na cidade. No fundo, isso vem acontecendo aos poucos, e por iniciativa das próprias pessoas. Mas é preciso dar visibilidade e conectar todos os atores envolvidos e, assim, amplificar os efeitos desse movimento na região, o que beneficiará a toda a cidade”, afirma Clayton.

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