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Conecturma e Google levam o mundo da realidade virtual para escolas brasileiras

Usando a solução simples e barata de óculos 3D do Google, a Aônde Educacional leva experiência interativa para alunos do Conecturma.

Pyr Marcondes
11 de agosto de 2017 - 7h06

A Aondê Educacional conseguiu o apoio do Google Education para desenvolver aplicativos de realidade virtual aumentada, que serão utilizados como mais um recurso da Conecturma, a única metodologia transmídia no Brasil para o ensino de português, matemática e competências socioemocionais para crianças de 3 a 11 anos. O Google entra com a expertise de seus engenheiros, que auxiliam os criativos da Aondê no desenvolvimento dos apps, e com a cessão de conteúdo, como imagens e vídeos do Google Maps e Google Earth. A Aondê e o Google vão disponibilizar os aplicativos e os Google Cardboards (óculos de realidade virtual aumentada 3D) para escolas que já utilizam suas ferramentas e metodologias.

“Fomos selecionados pelo Google como parceiros de conteúdo e esta é a nossa primeira experiência de co-construção. Estamos levando a Conecturma para o universo imersivo dos mundos virtuais porque acreditamos que a inovação na educação acelerar a trajetória da educação brasileira rumo à equidade e à excelência”, explica Hélio Sales, diretor de conteúdo da empresa.

Um dos projetos tem como cenário uma floresta: árvores, rios, cachoeiras, grutas e descampados servem como ambiente para que seres folclóricos se escondam (e sejam descobertos) de maneiras inusitadas. O jogo também estimula o debate sobre questões ecológicas e, durante sua exploração, a criança pode descobrir o nome de espécies nativas da Mata Atlântica e aprender sobre a importância do combate à poluição, entre outros assuntos.

O segundo aplicativo desenvolvido pela Aondê, em parceria com o Google, é um jogo onde a criança precisa encontrar os personagens da Conecturma escondidos em lugares específicos de um labirinto em 3D, apenas seguindo o som de suas vozes. Aprisionados ali pelo Minotauro, este tenta atrapalhar o sucesso do resgate – que tem limite de tempo – com seus berros.

Por enquanto, algumas escolas que usam a Conecturma estão testando os aplicativos, que devem entrar no cardápio de produtos da Aondê e nas lojas de aplicativos no primeiro semestre de 2018. “As possibilidades do trabalho em Realidade Virtual são muitas e estamos estudando, inclusive, a integração de dados do Google Maps a fim de personalizarmos experiências para redes de escolas específicas”, conta Sales. Apesar de estar sediada no Rio de Janeiro, a Conecturma já está presente em cerca de 50 escolas em cinco estados: Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e São Paulo.

 

 

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