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		<title>RSS: Marketing - Ponto de Vista</title>
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		<language>pt-br</language>
		<copyright><![CDATA[Copyright 2010 - Meio & Mensagem]]></copyright>
		<category><![CDATA[Meio & Mensagem]]></category>
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			<title><![CDATA[Meio & Mensagem]]></title>
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		<item>
			<title><![CDATA[O paradigma dos anunciantes em Cannes]]></title>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Em junho teremos o 59&ordm; Cannes Lions. &Eacute; o lugar onde publicit&aacute;rios do mundo todo se encontram para falar de propaganda, correto? N&atilde;o, j&aacute; h&aacute; algum tempo este n&atilde;o &eacute; um encontro da propaganda, mas sim da criatividade e da inspira&ccedil;&atilde;o. Um lugar para debate de ideias e aprendizagem em que anunciantes cada vez mais t&ecirc;m um papel importante. <br /> <br /> Eu achava que isso j&aacute; estava claro e solidificado entre os heads de marketing aqui no Brasil, mas durante o Marketing Network Brasil (MNB), vi o presidente de uma grande ag&ecirc;ncia perguntando para um grupo se eles estariam em Cannes e a resposta foi un&acirc;nime: n&atilde;o, n&oacute;s somos anunciantes e n&atilde;o ag&ecirc;ncia. Caiu a ficha de que esse paradigma sobre Cannes ainda tem que ser quebrado. <br /> <br /> Estive no festival em 2011 pela primeira vez. As palavras de Malcom Gladwell sobre inova&ccedil;&atilde;o, o TED, as big ideas poderosas em PR e M&iacute;dia, os cases de sucesso em ativa&ccedil;&atilde;o e Marketing Direto, todos serviram de inspira&ccedil;&atilde;o para minha agenda entre tantos outros exemplos que eu poderia listar aqui. <br /> <br /> Encontrei v&aacute;rios Diretores de Marketing por l&aacute;, e sei que a maioria estar&aacute; novamente este ano andando pelo Palais, vendo os cases e desafiando a pr&oacute;pria maneira de pensar e agir, na volta ao Brasil. N&oacute;s temos a obriga&ccedil;&atilde;o de exigir de nossas equipes e parceiros estrat&eacute;gicos mais criatividade e mais ousadia, n&atilde;o s&oacute; em comunica&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m em &aacute;reas diversas, tais como inova&ccedil;&atilde;o, pricing, business development e gest&atilde;o de pessoas. Mas como fazer isso ficando no nosso dia a dia sem desafiar a n&oacute;s mesmos? <br /> <br /> Cannes pode ser um bom come&ccedil;o. At&eacute; l&aacute;!<br /> <br /> <strong>Gustavo Diament &eacute; Vice-Presidente de Marketing da Nextel</strong><br /> <br /></p>
				
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			<pubDate>May 15, 2012 3:21:42 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Receitas do São Paulo com o Morumbi]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/05/11/Receitas-do-Sao-Paulo-com-o-Morumbi.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Os clubes brasileiiros publicaram seus balan&ccedil;os referentes a 2011. Em breve publicarei um post analisando os dados financeiros dos maiores clubes brasileiros, resultado de um estudo que estamos finalizando na BDO. <br /> <br /> Nesse post vou apresentar os dados do S&acirc;o Paulo FC com o est&aacute;dio do Morumbi. <br /> <br /> Em 2011, o S&atilde;o Paulo FC gerou receitas de R$ 226,1 milh&otilde;es, sendo que deste total R$ 59,6 milh&otilde;es, ou 26% do total foram gerados com a explora&ccedil;&atilde;o comercial do est&aacute;dio do Morumbi. Isso representa uma evolu&ccedil;&atilde;o de 454% em nove anos.<br /> <br /> Nesse valor total est&atilde;o inclusas as receitas de bilheteria, camarotes, cadeiras cativas, aluguel para shows, publicidade no est&aacute;dio e outras receitas.<br /> <br /> Essas foram as receitas geradas pelo clube com o Morumbi e o crescimento nos &uacute;lltimos nove anos.<br /> <br /> <strong>RECEITAS DO S&Atilde;O PAULO F.C. COM O MORUMBI<br /> </strong><br /> <strong>Camarotes e Cadeiras Cativas</strong> - R$ 20,6 milh&otilde;es (+1.176%)<br /> <strong>Bilheteria </strong>- R$ 18,2 milh&otilde;es (+187%)<br /> <strong>Alugu&eacute;is </strong>- R$ 11,8 milh&otilde;es (+1.231%)<br /> <strong>Publicidade </strong>- R$ 3,6 milh&otilde;es (+246%)<br /> <strong>Outras Receitas</strong>	- R$ 5,3 milh&otilde;es (+505%)<br /> <br /> Enquanto h&aacute; clubes sonhando em ampliar o faturamento com novos est&aacute;dios, o S&atilde;o Paulo FC mostra que est&aacute; anos &agrave; frente dos demais. Seguramente o clube do Morumbi tem muito a ensinar para todos esses clubes que um dia v&atilde;o tentar ampliar receitas com seus novos est&aacute;dios. <br /> <br /> Isso se conseguirem, visto que, excluindo o Atl&eacute;tico-PR, todos os demais t&ecirc;m que esperar primeiro as empreiteiras lucrarem. Nenhum clube brasileiro gera tantos recursos com seu est&aacute;dio como o S&atilde;o Paulo.<br /> <br /> E esse volume poderia ser ainda maior, caso o clube ampliasse o p&uacute;blico m&eacute;dio de seus jogos.<br /> <br /> Por isso acredito que qualquer novo projeto de novas arenas no Brasil deve compreender como o S&atilde;o Paulo conseguiu ao longo dos anos desenvolver as receitas com um est&aacute;dio no Brasil.<br /> <br /> <strong>Amir Somoggi &eacute; diretor de consultoria em gest&atilde;o esportiva da BDO</strong><br /></p>
				
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			<pubDate>May 11, 2012 2:29:46 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Klout do Justin Bieber é maior que o seu]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/05/08/O-Klout-do-Justin-Bieber-e-maior-que-o-seu.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>N&atilde;o, n&atilde;o se trata de uma piada de mau gosto ou uma provoca&ccedil;&atilde;o. &Eacute; apenas um fato.O Klout &eacute; um &iacute;ndice (entre zero at&eacute; 100) que combina o quanto seus coment&aacute;rios na web s&atilde;o lidos, copiados, curtidos ou publicados. O principio &eacute; bastante simples: quanto maior sua influencia, maior seu Klout.<br /> <br /> Combinando tudo isso em um algoritmo digno do Vale do Sil&iacute;cio (eles est&atilde;o baseados em S&atilde;o Francisco), esta empresa lan&ccedil;ou seu servi&ccedil;o, e tem aumentado sua popularidade de forma exponencial.<br /> Os hosts dos programas de entrevistas, os apresentadores dos telejornais, as atrizes das novelas e os colunistas de jornais e revistas sempre exerceram grande influ&ecirc;ncia sobre quase tudo nas nossas vidas. <br /> <br /> Quando a Oprah recomendava um livro em seu programa na TV americana, milh&otilde;es de c&oacute;pias eram vendidas. O mesmo acontece no Brasil com as tend&ecirc;ncias lan&ccedil;adas nas novelas, etc.<br /> <br /> Mas hoje todos n&oacute;s somos concorr&ecirc;ncia.<br /> <br /> Quando vemos um filme que um amigo recomenda no Facebook ou lemos um artigo que algu&eacute;m &ldquo;twitou&rdquo; s&atilde;o eles os influentes. O que o Klout fez foi quantificar isso tudo. Seu crescimento deve-se ao narcisismo de cada um de n&oacute;s (afinal, quem n&atilde;o gosta de saber que esta sendo seguido ou curtido) e a bons incentivos financeiros.<br /> <br /> Muitas empresas come&ccedil;am a premiar discretamente os donos dos maiores Klouts, com a esperan&ccedil;a que eles comentem de forma positiva a experi&ecirc;ncia que tiveram com suas marcas. <br /> <br /> Se voc&ecirc; &eacute; um destes &ldquo;Kloutudos&rdquo; e recebeu um upgrade no seu ultimo hotel ou passagem a&eacute;rea, &eacute; prov&aacute;vel que n&atilde;o tenha sido sorte ou simpatia.  Hot&eacute;is e companhias a&eacute;reas tem acesso ao seu Klout e podem escolher quem premiar. O mesmo come&ccedil;a a acontecer com restaurantes, marcas de roupas, etc. <br /> <br /> Nada muito diferente do que sempre aconteceu com a Juliana Paes ou o Kak&aacute;... Agora, acess&iacute;vel a voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> <br /> E antes que eu me esque&ccedil;a, o maior Klout do mundo &eacute; dele, Justin Bieber. Se isso &eacute; causa ou conseq&uuml;&ecirc;ncia de seu sucesso &eacute; assunto para outro post.<br /> <br /> PS: Ricardo Fort tem um modesto Klout de 54 e espera ser muito curtido para se beneficiar pessoalmente desta moda, antes que isso passe.<br /> <br /> <strong>Ricardo Fort &eacute; head global de marketing esportivo e patroc&iacute;nios da Visa</strong><br /> <br /></p>
				
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			<pubDate>May 8, 2012 10:53:40 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Vale a pena ficar Vivo?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/05/07/Vale-a-pena-ficar-Vivo.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Em Bogot&aacute;, vi muitos logos da operadora Movistar &ndash; muito presente na Am&eacute;rica Latina e em outros pa&iacute;ses latinos &ndash;, e lembrei de que novamente estamos diante do poss&iacute;vel desaparecimento de uma marca brasileira forte: a Vivo. Com certeza, seus f&atilde;s n&atilde;o ficar&atilde;o felizes se n&atilde;o puderem mais conviver com ela.<br /> <br /> J&aacute; fui um &aacute;rduo defensor de marcas locais, mas uma vez que passam a fazer parte de um portf&oacute;lio de marcas globais, n&atilde;o consigo mais v&ecirc;-las sobreviver. Afinal, h&aacute; muito nos tornamos parte de uma comunica&ccedil;&atilde;o global e de tempo real, inclusive por meio de celulares. Nesse cen&aacute;rio, caso n&atilde;o houver grandes empecilhos, ao substituir a Vivo, a Movistar se fortalece globalmente &ndash; o mercado brasileiro &eacute; bem representativo &ndash; e tem sua gest&atilde;o facilitada. Sendo assim, faz sentido se come&ccedil;ar do zero e com execu&ccedil;&otilde;es locais da nova marca, se poss&iacute;vel.   <br /> <br /> Entretanto, esse fato nem de longe significa que o espa&ccedil;o das marcas brasileiras est&aacute; diminuindo, pois o outro lado dessa moeda mostra que h&aacute; grandes marcas brasileiras cuja gest&atilde;o poderia ser copiada no exterior, inclusive em grandes mercados. Natura, Petrobras, Ita&uacute;, Brahma e Brastemp s&atilde;o alguns exemplos entre as nossas grandes marcas que, certamente, poderiam ser acompanhadas de centenas de marcas de produtos e servi&ccedil;os espalhadas por este Brasil. <br /> <br /> A chegada de mais uma marca global poderia servir de inspira&ccedil;&atilde;o para empres&aacute;rios e executivos brasileiros invadirem mercados internacionais com as cores verde e amarela. A Havaianas j&aacute; mostrou como se faz isso. <br /> <br /> <strong>Paulo S&eacute;rgio Quartiermeister &eacute; diretor do Centro de Inova&ccedil;&atilde;o e Criatividade da ESPM</strong><br /> <br /></p>
				
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			<pubDate>May 7, 2012 4:58:34 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Ecossistema do Cliente]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/27/O-Ecossistema-do-Cliente.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Com um titulo que dizia que, ap&oacute;s o surgimento das redes sociais e da computa&ccedil;&atilde;o da nuvem, o pr&oacute;ximo grande assunto ser&aacute; o Ecossistema do Cliente, o artigo escrito pela Patricia Seybold (consultora, autora do livro Customers.com e uma referencia no assunto do impacto da tecnologia no comportamento do consumidor) despertou minha curiosidade.<br /> <br /> No artigo, ela fala de um ecossistema de empresas e marcas que se forma atrav&eacute;s da analise do que o consumidor busca e do processo que o leva a comprar tal produto/ servi&ccedil;o. Dificilmente uma empresa conseguir&aacute; suprir sozinha todas as etapas do processo, pois normalmente &eacute; especialista em uma das etapas.<br /> <br /> O ecossistema &eacute; uma rede de neg&oacute;cios que se forma a partir das necessidades dos consumidores para prover a melhor solu&ccedil;&atilde;o. Essa rede permite associa&ccedil;&otilde;es entre empresas complementares ou at&eacute; competidoras entre si para oferecer uma experi&ecirc;ncia completa, numa rela&ccedil;&atilde;o de ganha a ganha para ambos os neg&oacute;cios.<br /> <br /> O modelo n&atilde;o &eacute; novidade mas acredita-se que estamos no momento certo para faz&ecirc;-lo decolar de vez, com um grande impulso das novas tecnologia. <br /> <br /></p>
				
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/27/O-Ecossistema-do-Cliente/newsDetails/00/imageBinary/post.jpg" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>O ecossistema do consumidor
								<span><strong>Crédito:</strong> © 2012 Patricia Seybold Group Inc.</span>
								</p>
								
							<p>Essas associa&ccedil;&otilde;es podem dar &agrave;s redes de neg&oacute;cios uma grande vantagem competitiva, pois para o consumidor o processo de compra se torna muito mais efetivo,  simples, transparente, gerando muito mais confian&ccedil;a e fidelidade. Ele recorre a um caminho s&oacute; e resolve seus problemas. O ecossistema aumenta o alcance, o escopo e a rentabilidade do negocio, atraindo mais fornecedores e parceiros. <br /> <br /> E para essa rede ser realmente relevante ela tem que conseguir mudar o caminho que as pessoas estavam acostumadas a seguir para atingir aquele objetivo, sen&atilde;o ser&aacute; somente uma etapa do todo, podendo ser facilmente esquecida ou imitada.<br /> <br /> O que faz um ecossistema ser valioso para o consumidor s&atilde;o seis fatores cr&iacute;ticos de sucesso elencados por ela no artigo:<br /> <br /> 1.	Tem que ajudar os clientes a atingir e/ ou administrar algo que os preocupa ou que ele deseja;<br /> 2.	Alinhar o projeto a um publico especifico;<br /> 3.	Importante conseguir colocar um &ldquo;molho especial&rdquo; no escopo da proposta, tornando-a exclusiva e mudando a forma com o consumidor faz as coisas;<br /> 4.	Atrair parceiros e fornecedores que possam contribuir para o sucesso da rede;<br /> 5.	Alinhar todo o ecossistema para atender as m&eacute;tricas de sucesso dos clientes como otimiza&ccedil;&atilde;o de tempo, otimiza&ccedil;&atilde;o de dinheiro, facilidade, controle, seguran&ccedil;a e etc;<br /> 6.	Incorporar, fazer parcerias, e ser muito presente para que as pessoas possam encontrar este servi&ccedil;o e se interessar pelo seu &ldquo;molho secreto&rdquo;.<br /> <br /> No mundo f&iacute;sico &eacute; f&aacute;cil tornar esse conceito tang&iacute;vel, quando pensamos em montadoras de carros.  Existe uma organiza&ccedil;&atilde;o de empresas muito bem feita para oferecer os acess&oacute;rios, o seguro, o financiamento e isso &eacute; transparente pro ciente. No mundo virtual podemos pensar em Apple e Netflix, que juntas podem oferecer uma experi&ecirc;ncia muito diferenciada de consumo de filmes.<br /> <br /> &Eacute; um tema que requer aten&ccedil;&atilde;o porque n&atilde;o &eacute; s&oacute; fazer parcerias e sim montar esse desenho integrado, quebrando regras e virando comportamento. Um desafio e tanto para agregar valor aos neg&oacute;cios e gerar fideliza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> O artigo completo podemos acompanhar <a href="http://www.psgroup.com/The-Next-Big-Thing-Customer-Ecosystems.aspx" target="_blank">aqui</a><br /> <br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Apr 27, 2012 11:31:18 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Que saudade da minha Sony!]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/24/Que-saudade-da-minha-Sony.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>N&atilde;o faz tanto tempo assim quando, ao se falar de algum produto eletr&ocirc;nico como sonho de consumo, em qualquer canto do planeta, a Sony era a marca mais desejada. Destacava-se como sin&ocirc;nimo de inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, qualidade incompar&aacute;vel, status &ndash; dizer que sua TV era Sony, por exemplo, fazia seu dono, ap&oacute;s pagar um pre&ccedil;o alto por ela, se sentir orgulhoso, exclusivo, importante. <br /> <br /> Como interpretar, ent&atilde;o, o discurso do novo comandante da empresa, Kazuo Hirai, afirmando que a empresa precisa ser reinventada logo para sair da atual e j&aacute; prevista futura situa&ccedil;&atilde;o financeira t&atilde;o triste? Como uma marca que tinha tudo o que tantos sonham foi parar no buraco?<br /> <br /> Uma an&aacute;lise mais simples mostraria v&aacute;rias causas fora do seu controle: economia global em crise, terremoto, etc. Mas o que est&aacute; acontecendo com a Sony neste momento tem como origem o que ela fez, ou deixou de fazer, h&aacute; bastante tempo. <br /> <br /> Por isso, espero que o novo CEO n&atilde;o culpe a Apple &ndash; incluindo a genialidade de Steve Jobs &ndash; e os coreanos, os quais, na verdade, souberam virar o jogo cujas regras antes eram determinadas pela fabricante japonesa. Sob o risco de ser reduzida a uma marca de menor import&acirc;ncia ou at&eacute; mesmo desaparecer, a nova Sony obrigatoriamente passa por um profundo aprendizado sobre sua incompet&ecirc;ncia estrat&eacute;gica, incluindo, a&iacute;, um esfriamento enorme no relacionamento da marca com seus consumidores.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas que a Sony tem que ser reinventada. Resta saber se conseguir&aacute; voltar ao que era, nos dias globais de hoje, quando, isolada, a inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica n&atilde;o mais significa um longo per&iacute;odo de vantagem sobre a concorr&ecirc;ncia. Pago pra ver. <br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Apr 24, 2012 11:47:19 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Time Out]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/20/Time-Out.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>H&aacute; alguns anos, um amigo que havia passado anos na mesma empresa e j&aacute; era bastante s&ecirc;nior, foi demitido. Simples assim. Aparentemente sem raz&atilde;o. Uma bela segunda-feira, chegou ao escrit&oacute;rio e o chefe disse: &ldquo;mudou a estrat&eacute;gia X e precisamos de algu&eacute;m diferente na sua cadeira.&rdquo;<br /> <br /> Depois da ressaca, sa&iacute;mos um dia para conversar e perguntei se ele se arrependia de algo ou se poderia ter feito alguma coisa diferente pra evitar o fim que teve. Para a minha surpresa, ele disse que n&atilde;o havia nada no trabalho que faria diferente. Fora dele, sim.<br /> <br /> Com as exig&ecirc;ncias do dia-a-dia na empresa, ele foi aos poucos abandonando a vida executiva fora do escrit&oacute;rio. Os eventos, as palestras, os workshops, etc. Todos as atividades que n&atilde;o ajudavam diretamente (e imediatamente) o sucesso da sua empresa ficaram para depois pois n&atilde;o eram urgentes.<br /> <br /> Esta aus&ecirc;ncia n&atilde;o muda nada no curto prazo, mas muda muito no seu futuro.<br /> <br /> As pessoas que voc&ecirc; n&atilde;o conheceu. As discuss&otilde;es que n&atilde;o teve. As apresenta&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o fez. Tudo contribui pra voc&ecirc; ser um pouco mais esquecido a cada dia. Pena que voc&ecirc; s&oacute; percebe isso no dia que precisa ser lembrado.<br /> <br /> E isso aconteceu com o meu amigo. De uma hora para outra, os amigos, as ag&ecirc;ncias, os fornecedores, etc. Todo mundo sumiu. Afinal, eles tinham uma rela&ccedil;&atilde;o com a sua cadeira e n&atilde;o com o ocupante. Simplesmente transferiram-na para seu sucessor.<br /> <br /> Ele se recuperou muito bem. Bem at&eacute; demais. Mas nem todo mundo tem esta sorte ou talento.<br /> <br /> Portanto, n&atilde;o ignore todos os convites e oportunidades de sair um pouco do escrit&oacute;rio. Isso faz muito bem, mesmo que exija umas horas a mais no dia seguinte pra compensar.<br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Apr 20, 2012 4:50:23 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Marketing dos clubes europeus]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/17/Marketing-dos-clubes-europeus.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>No meu &uacute;ltimo texto escrevi sobre o momento atual do patroc&iacute;nio esportivo no Brasil, especialmente o praticado pelos clubes de futebol. A conclus&atilde;o &eacute; que infelizmente nosso mercado est&aacute; atuando de forma muito prim&aacute;ria, em compara&ccedil;&atilde;o aos principais centros do esporte mundial.<br /> <br /> Atualmente nossos clubes somente enxergam o patroc&iacute;nio como uma ferramenta de gera&ccedil;&atilde;o de visibilidade para as marcas patrocinadoras e o reflexo disso &eacute; o uniforme dos times repletos de marcas. E as empresas acabam tamb&eacute;m enxergando de forma muito limitada essa fant&aacute;stica ferramenta de marketing, utilizando os clubes pura e simplesmente como m&iacute;dia.<br /> <br /> Tudo isso est&aacute; produzindo um efeito p&eacute;ssimo para nosso mercado, j&aacute; que os clubes querem cada vez mais recursos por esses espa&ccedil;os e as empresas come&ccedil;am a se questionar se somente retorno de m&iacute;dia &eacute; suficiente para pesados investimentos.<br /> <br /> Para tentar explicar o caminho que devemos trilhar, decidi apresentar tr&ecirc;s exemplos de clubes europeus que trabalham muito bem o seu marketing. S&atilde;o os tr&ecirc;s clubes que mais faturam no futebol europeu atualmente: Real Madrid, Barcelona e Manchester United.<br /> <br /> <strong>Real Madrid</strong><br /> <br /> O clube de Madrid gera mais de 170 milh&otilde;es de euros em seu departamento de marketing. O clube tem mais de 13 empresas associadas ao clube, mas somente a Bwin e Adidas aparecem em seus uniformes. O clube conseguiu fortalecer sua &aacute;rea de marketing atraindo empresas interessadas em desenvolver a&ccedil;&otilde;es de marketing e vendas em diferentes canais do clube. <br /> <br /> Um bom exemplo &eacute; a parceria com a Movistar (empresa de telefonia m&oacute;vel da Telef&ocirc;nica na Espanha), que n&atilde;o aparece nos uniformes mas atua de forma diferenciada em diferentes servi&ccedil;os tecnol&oacute;gicos do clube. <br /> <br /> Nos &uacute;ltimos oito anos as receitas de marketing do clube cresceram 100%.<br /> <br /> <strong> Barcelona</strong><br /> <br /> O Bar&ccedil;a gera mais de 150 milh&otilde;es de euros por ano em marketing. O clube conta com mais de 17 marcas associadas ao clube, mas somente a Qatar Foundation e a Nike est&atilde;o estampadas em seu uniforme. O clube mant&eacute;m uma parceria coma Unicef em que paga um valor para a entidade, que tem espa&ccedil;o em seu uniforme e na TV3, televis&atilde;o da Catalunha. As receitas com marketing do clube cresceram mais de 247% nos &uacute;ltimos oito anos, impulsionado projetos de globaliza&ccedil;&atilde;o de sua marca, associa&ccedil;&atilde;o com empresas que vai muito al&eacute;m de espa&ccedil;os publicit&aacute;rios em seus uniformes e projetos pr&oacute;prios com torcedores e empresas.<br /> <br /> Uma das marcas mais associadas ao clube &eacute; a cervejaria Estrella Damm, que n&atilde;o aparece nos uniformes, mas &eacute; a cerveja oficial do clube. Outra mais recente e que tamb&eacute;m apresenta excelente retorno &eacute; a Turkish Airlines, companhia a&eacute;rea oficial do clube.<br /> &emsp;<br /> <strong>Manchester United</strong><br /> <br /> O Manchester foi sem d&uacute;vida o precursor do desenvolvimento comercial do futebol europeu. O time foi o primeiro a buscar a internacionaliza&ccedil;&atilde;o de seus neg&oacute;cios e serviu de inspira&ccedil;&atilde;o para que outros clubes do futebol europeu seguissem o mesmo caminho. Atualmente o clube  gera mais de 110 milh&otilde;es de euros em receitas de marketing e conta com 27 marcas patrocinadoras, mas somente AON e Nike est&atilde;o estampadas em seu uniforme. As receitas comerciais do clube cresceram 59% nos &uacute;ltimos oito anos.<br /> <br /> O clube se diferenciou dos demais, pois al&eacute;m de seus parceiros globais, conseguiu negociar patroc&iacute;nios focados em mercados espec&iacute;ficos, como da &Aacute;sia e Oriente M&eacute;dio.<br /> <br /> Assim, as estrat&eacute;gias de patroc&iacute;nio dos clubes europeus deveriam servir de refer&ecirc;ncia para nosso mercado. Os clubes brasileiros devem investir pesado em suas marcas e seus neg&oacute;cios e buscar parceiros interessados nessa expans&atilde;o. Nosso mercado precisa evoluir, para deixar de ser um gerador de m&iacute;dia e se transformar em um fomentador de neg&oacute;cios e oportunidades.<br /> <br /> Os exemplos pelo mundo comprovam isso. Basta que os respons&aacute;veis pelo marketing dos clubes brasileiros &ldquo;saiam da caixa&rdquo;.<br /> <br /> <strong>Amir Somoggi &eacute; diretor de consultoria em gest&atilde;o esportiva da BDO</strong><br /> <br type="_moz" /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Apr 17, 2012 11:57:15 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Da Inglaterra ao Brasil via Rússia]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/10/Da-Inglaterra-ao-Brasil-via-Russia.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Sabe onde fica o maior canteiro de obras do mundo? Se voc&ecirc; pensou em Dubai, nos Emirados &Aacute;rabes, ou algum lugar no interior da China, errou feio. O para&iacute;so das empreiteiras hoje se chama Sochi e&nbsp;fica na R&uacute;ssia. Sochi &eacute; uma cidade litor&acirc;nea no Mar&nbsp;Negro a duas horas de v&ocirc;o de Moscou. H&aacute; d&eacute;cadas Sochi &eacute; um dos principais destinos tur&iacute;sticos de ver&atilde;o para a classe m&eacute;dia russa.&nbsp;No inverno, Sochi transforma-se em uma das melhores esta&ccedil;&otilde;es de esqui da regi&atilde;o. Por isso mesmo (al&eacute;m de uma promessa de infinitos investimentos do governo), Sochi foi escolhida como sede dos Jogos Ol&iacute;mpicos de Inverno em 2014.<br /> <br /> Enquanto o Brasil engatinha com as obras para Copa do Mundo FIFA em 2014, os russos est&atilde;o construindo, com a ajuda de 55 mil oper&aacute;rios,&nbsp;206 novos edif&iacute;cios (hot&eacute;is, lojas, etc.),&nbsp;20 mil&nbsp;novos quartos de hotel, a&nbsp;renova&ccedil;&atilde;o completa&nbsp;do aeroporto e do porto,&nbsp;mais de 200 km de novas estradas e&nbsp;o trem r&aacute;pido entre o local das competi&ccedil;&otilde;es e a cidade.<br /> <br /> No final de mar&ccedil;o estive em Moscou para conhecer o time que organiza o evento e fiquei impressionado em descobrir como a prepara&ccedil;&atilde;o est&aacute; em&nbsp;fase avan&ccedil;ada. Os jogos acontecer&atilde;o em fevereiro de 2014, mas muitas das estruturas j&aacute; est&atilde;o prontas.&nbsp;<br /> At&eacute; dezembro desse ano, todas as &aacute;reas de competi&ccedil;&atilde;o estar&atilde;o finalizadas e testadas. Nada mal.<br /> <br /> O que isso tem a ver com o Brasil? Mais do que voc&ecirc; imagina.&nbsp;Quando o Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional e a FIFA avaliam a prepara&ccedil;&atilde;o dos futuros pa&iacute;ses sede, nos comparam &agrave; R&uacute;ssia, &agrave; Inglaterra, etc. Se o nosso n&iacute;vel de organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o for semelhante ao deles, deixamos muita gente preocupada na Su&iacute;&ccedil;a (onde ficam as sedes da FIFA e do COI).&nbsp;Ainda h&aacute; tempo para o Brasil se preparar, mas n&atilde;o tanto assim. Melhor mesmo &eacute; acelerar nossas obras, antes que os russos aluguem todos os equipamentos dispon&iacute;veis no mercado.</p>
				
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			<pubDate>Apr 10, 2012 11:53:25 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Por que atendimento não reage?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/09/Por-que-atendimento-nao-reage.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Se h&aacute; algu&eacute;m injusti&ccedil;ado no mundo da comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; atendimento, cuja import&acirc;ncia &eacute; colocada em xeque h&aacute; algum tempo. Sim, existem profissionais ruins que deveriam repensar a vida para serem bem-sucedidos em qualquer outra coisa, menos atendimento. Mas incompetentes existem em todo lugar. Inadmiss&iacute;vel &eacute; questionarem o papel daquele que mais representa o cliente na ag&ecirc;ncia e vice-versa, e o &uacute;nico capaz de integrar, motivar e mobilizar a ag&ecirc;ncia toda. E temperando tudo com os interesses da ag&ecirc;ncia e do cliente. Ou na ordem inversa, como gostariam alguns. <br /> <br /> Sem se preocupar em mudar de nome e gritando em alto e bom som que a vida sem atendimento &eacute; imposs&iacute;vel, o que ainda falta &eacute; um atendimento forte e mais unido. O Clube de Cria&ccedil;&atilde;o, o Grupo de M&iacute;dia e, mais recentemente, o Grupo de Planejamento s&atilde;o exemplos a ser seguidos, principalmente por se preocuparem em representar suas &aacute;reas e de serem maiores que um indiv&iacute;duo ou pequeno grupo deles. <br /> <br /> Infelizmente, depois de v&aacute;rias tentativas de se consolidar o GA (Grupo de Atendimento), hoje ele n&atilde;o tem cara, cora&ccedil;&atilde;o nem endere&ccedil;o. E dificilmente esse cen&aacute;rio ser&aacute; modificado se excelentes profissionais de atendimento &ndash; e s&atilde;o muitos mostrando diuturnamente que um &oacute;timo atendimento faz muita diferen&ccedil;a &ndash; n&atilde;o se mexerem. Sem eles, nenhuma mudan&ccedil;a interessante vai acontecer. Somente eles, principalmente os interessados na evolu&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie, podem dar credibilidade leg&iacute;tima ao movimento e mobilizar muitos, inclusive os mais jovens que os t&ecirc;m como &iacute;cones. <br /> <br /> E por que o GA revitalizado n&atilde;o come&ccedil;a definindo o perfil ideal do profissional de atendimento? Da forma&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria e saber negociar, ao imprescind&iacute;vel dom&iacute;nio do ingl&ecirc;s e ser gestor de projetos, pessoas e crises. Afinal, estar sempre entre as rochas e o oceano n&atilde;o &eacute; para qualquer um.    <br /> <br /> Tradicionalmente, as ag&ecirc;ncias de propaganda s&atilde;o reconhecidas pela sua cria&ccedil;&atilde;o, m&iacute;dia e planejamento. Deveriam tamb&eacute;m ser avaliadas pelo seu excelente atendimento. O mercado precisa disso. <br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Apr 9, 2012 10:54:01 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Patrocínios na marca do pênalti]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/03/Patrocinios-na-marca-do-penalti.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>O mercado brasileiro de futebol vive um momento bastante positivo, com aumento das receitas dos clubes e um otimismo sem precedentes por conta da Copa de 2014.<br /> <br /> Entretanto um fato tem chamado a aten&ccedil;&atilde;o de todos que trabalham ou t&ecirc;m interesse por marketing esportivo: a dificuldade dos grandes clubes em fechar suas cotas de patroc&iacute;nio.<br /> <br /> Afinal, se estamos vivendo um momento t&atilde;o bom, se o futebol brasileiro est&aacute; em um excelente momento, porque nossos grandes clubes est&atilde;o com dificuldade de assinar bons contratos de longo prazo com grandes marcas patrocinadoras?<br /> <br /> A resposta em minha opini&atilde;o est&aacute; diretamente relacionada &agrave; vis&atilde;o limitada que o mercado de marketing esportivo no Brasil faz do investimento em patroc&iacute;nio.  Nosso mercado,  infelizmente, sempre enxergou o patroc&iacute;nio de clubes, eventos e atletas como uma m&iacute;dia barata e com grande visibilidade. Esse foi o maior equ&iacute;voco.<br /> <br /> Patroc&iacute;nio n&atilde;o pode ser visto como m&iacute;dia, j&aacute; que &eacute; uma estrat&eacute;gia extremamente complexa, quando utilizada de forma eficiente. <br /> <br /> Isso significa que os clubes v&atilde;o ter que repensar a forma como se relacionam com seus patrocinadores, oferecendo muito mais que espa&ccedil;os nas camisas, placas e backdrops.<br /> <br /> J&aacute; os patrocinadores v&atilde;o ter que rever a forma como enxergam os clubes, incluindo nas verbas de patroc&iacute;nios outros recursos para ativa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Para essa situa&ccedil;&atilde;o mudar, os patrocinadores t&ecirc;m papel fundamental, para cobrar contrapartidas dos clubes, que gerem um efetivo ROI para seus neg&oacute;cios.<br /> <br /> Resumindo, as cotas de patroc&iacute;nio dos grandes clubes brasileiros est&atilde;o ficando muito caras para os benef&iacute;cios que os clubes entregam e isso j&aacute; deve ter sido identificado pelos patrocinadores.<br /> <br /> Os clubes brasileiros devem buscar refer&ecirc;ncias nos grandes clubes europeus. N&atilde;o faltam exemplos no futebol da Europa de clubes que atraem in&uacute;meras marcas patrocinadoras, sem que estas sejam obrigatoriamente estampadas nos uniformes. O foco est&aacute; no alinhamento estrat&eacute;gico de abordagens mercadol&oacute;gicas consistentes.<br /> <br /> Em meu pr&oacute;ximo texto vou mostrar como os europeus conseguiram transformar seus departamentos de marketing em verdadeiros propagadores de neg&oacute;cios e n&atilde;o apenas de visibilidade para as marcas patrocinadoras.<br /> <br /> <strong>Amir Somoggi &eacute; diretor de consultoria em gest&atilde;o esportiva da BDO</strong><br /> <br type="_moz" /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Apr 3, 2012 12:17:41 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[London Calling]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/03/London-Calling.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p><p>H&aacute; duas semanas estive em Londres em reuni&otilde;es com o Comit&ecirc; Organizador das Olimp&iacute;adas e fiquei impressionado com a prepara&ccedil;&atilde;o para os jogos.</p> <p>O Parque Ol&iacute;mpico est&aacute; pronto (a foto ao lado foi tirada do shopping Center que liga a esta&ccedil;&atilde;o do metro ao Parque). <br /> &nbsp;</p></p>
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/04/03/London-Calling/newsDetails/0/imageBinary/Londres 2012_credito_ricardo fort_300.jpg" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>O Parque Olímpico dos Jogos de Londres 2012
								
								</p>
								
							<p>Diferentemente da maioria dos Jogos anteriores, muitas das arenas (ou parte de suas estruturas) s&atilde;o tempor&aacute;rias e ser&atilde;o desmontadas quando o evento terminar. Al&eacute;m de muito mais econ&ocirc;micas, abrir&atilde;o o espa&ccedil;o necess&aacute;rio para o dia a dia da cidade.<br /> <br /> No inicio de maio est&atilde;o programados v&aacute;rios eventos-teste. O objetivo &eacute; fazer um ensaio geral, incluindo um concerto no Est&aacute;dio Ol&iacute;mpico para 80 mil pessoas. <br /> <br /> H&aacute; muito que testar: fluxo de pessoas, servi&ccedil;o nos bares, equipamentos para processar pagamentos em lojas e restaurantes, etc. Isso sem contar a opera&ccedil;&atilde;o das arenas, a parte mais importante do teste. <br /> <br /> As maiores preocupa&ccedil;&otilde;es dos organizadores s&atilde;o o transporte e a seguran&ccedil;a. <br /> <br /> A prefeitura de Londres n&atilde;o pode deixar a cidade parar durante os Jogos (diferentemente do que aconteceu nos Jogos de Pequim onde a cidade foi praticamente evacuada para facilitar a vida dos turistas). Por isso criaram varias formas de acesso ao Parque Ol&iacute;mpico que complementam o sistema de metr&ocirc;: faixas dedicadas aos &ocirc;nibus e um trem r&aacute;pido que leva os f&atilde;s desde a esta&ccedil;&atilde;o de Paddington em 7 minutos. <br /> <br /> Sobre a seguran&ccedil;a, foram feitos investimentos bilion&aacute;rios em intelig&ecirc;ncia e em pessoal. A presen&ccedil;a da policia ser&aacute; notada nas arenas e &aacute;reas p&uacute;blicas. Mas tudo &agrave; inglesa, ou seja, com muita discri&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Se voc&ecirc; pode, v&aacute; conferir ao vivo. Ainda existem ingressos &agrave; venda (diferentemente do que foi publicado nos &uacute;ltimos meses) para muitos eventos e hot&eacute;is de v&aacute;rios pre&ccedil;os dispon&iacute;veis. 	Tudo indica que os Jogos Ol&iacute;mpicos de Londres ser&atilde;o os melhores de todos os tempos.<br /> <br /> Para acabar, uma dica do patrocinador (o meu e das Olimp&iacute;adas): leve seu cart&atilde;o Visa, a &uacute;nica forma de pagamento aceita nos Jogos Ol&iacute;mpicos. <br /> <br /> <strong>Ricardo Fort &eacute; head global de marketing esportivo e patroc&iacute;nios da Visa</strong><br /> <br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Apr 3, 2012 11:37:45 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O consumidor não é mais o rei?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/03/27/O-consumidor-nao-e-mais-o-rei.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>H&aacute; anos que acompanho de perto o importante crescimento das &aacute;reas de planejamento de comunica&ccedil;&atilde;o e design gr&aacute;fico. A primeira, bem mais nova que a segunda, vem se revelando uma parceira imprescind&iacute;vel dos profissionais de marketing. Agora, eles n&atilde;o s&oacute; possuem um aliado no desenvolvimento e execu&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias para o consumidor, como tamb&eacute;m algu&eacute;m para fazer o que eles t&ecirc;m uma dificuldade hist&oacute;rica de conseguir: trabalhar corretamente com os criativos. Todos ganham: fabricantes, prestadores de servi&ccedil;o, ag&ecirc;ncias e o consumidor.<br /> <br /> Na mesma linha, os designers evolu&iacute;ram ao perceber que, como forma de contribuir ainda mais para os resultados do cliente, precisavam falar a sua l&iacute;ngua: o branding. N&atilde;o como muitos querem nos fazer entender que foram eles os criadores desse conceito, o qual na verdade &eacute; bem mais antigo. De qualquer maneira, essa evolu&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m beneficia a todos, como os profissionais de marketing, designers e, claro, o consumidor.<br /> <br /> Por&eacute;m fico inquieto ao n&atilde;o ver mudan&ccedil;as semelhantes na &aacute;rea que h&aacute; muito mais tempo nasceu para se preocupar com o consumidor, ou seja, marketing. Pelo contr&aacute;rio, &eacute; cada vez mais f&aacute;cil achar empresas cujas estruturas apresentam &aacute;reas como desenvolvimento de produtos, relacionamento com o consumidor, branding, inova&ccedil;&atilde;o, qualquer coisa digital e&hellip; marketing. Esta n&atilde;o como integradora das anteriores, mas um nome diferente para comunica&ccedil;&atilde;o publicit&aacute;ria.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que tenho &eacute; que o marketing nem de longe evoluiu da mesma forma que os planejadores e designers. Como se o consumidor tivesse deixado de ser o rei.<br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Mar 27, 2012 5:37:54 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MMA, o segundo esporte do Brasil. Será?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/03/20/Seria-o-MMA-o-segundo-esporte-do-Brasil.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Nos &uacute;ltimos tempos tenho lido, escutado e at&eacute; concedido entrevistas sobre o MMA.  O questionamento sempre &eacute; o mesmo: quando o MMA se consolidar&aacute; como o esporte mais popular do Brasil depois do futebol?<br /> <br /> Acredito que o MMA &eacute; realmente um fen&ocirc;meno mundial, especialmente pela valoriza&ccedil;&atilde;o que o esporte teve com a consolida&ccedil;&atilde;o da marca UFC. Atualmente, arrecada muito com vendas de pay per view e tem marca avaliada em cerca de US$ 1 bilh&atilde;o.<br /> <br /> Fazendo uma pesquisa na internet descobri que o UFC fatura cerca de US$ 400 milh&otilde;es por ano. N&atilde;o sei se esse dado &eacute; correto, mas achei o valor bastante baixo por tudo que falam da entidade. Apenas como compara&ccedil;&atilde;o a NFL, liga profissional de futebol americano dos EUA, fatura mais de US$ 8 bilh&otilde;es!<br /> <br /> Esse dado, em contraste com os clubes brasileiros, representa algo como o faturamento de Corinthians, S&atilde;o Paulo, Palmeiras e Flamengo somados. No futebol europeu &eacute; menor que o faturamento individual  do Real Madrid, Barcelona ou Manchester United. <br /> <br /> No Brasil, o UFC tamb&eacute;m cresceu muito rapidamente e recentemente foi impulsionado pelo apoio recebido pela Rede Globo, que viu sua audi&ecirc;ncia subir de forma impressionante em hor&aacute;rios que tradicionalmente as audi&ecirc;ncias s&atilde;o baixas.<br /> <br /> O esporte tem &iacute;dolos que cativam a popula&ccedil;&atilde;o, h&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o de clubes de futebol e os eventos se transformaram em grandes acontecimentos. Teremos agora eventos do UFC em est&aacute;dios, reality show na Globo, entre outras a&ccedil;&otilde;es. Isso mostra que o esporte est&aacute; realmente crescendo e a marca UFC descobriu no Brasil um grande mercado para explorar. <br /> <br /> Agora, acreditar que o esporte ser&aacute; o mais importante do Brasil depois do futebol, em minha opini&atilde;o, &eacute; um pouco exagerado. Alguns at&eacute; falam que passar&aacute; o futebol! <br /> <br /> As artes marciais, segundo diferentes pesquisas, aparecem muito abaixo de outras modalidades, no quesito acompanhamento do esporte pela m&iacute;dia. O que mostra que, mesmo que o MMA seja um fen&ocirc;meno de m&iacute;dia, n&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil desbancar esportes tradicionais.<br /> <br /> At&eacute; pouco tempo era o r&uacute;gbi a bola da vez e at&eacute; agora n&atilde;o vimos nenhuma revolu&ccedil;&atilde;o aqui no Brasil do esporte da bola oval.<br /> <br /> Por isso, acredito que seja realmente importante analisar de forma muita cuidadosa essas afirma&ccedil;&otilde;es t&atilde;o conclusivas, sem muita base  cient&iacute;fica. Que o MMA est&aacute; crescendo &eacute; indiscut&iacute;vel, mas ter&aacute; um longo caminho para se transformar naquilo que muitos afirmam que j&aacute; est&aacute; para acontecer.<br /> <br /> Possivelmente novas pesquisas com os consumidores brasileiros indiquem essa tend&ecirc;ncia de evolu&ccedil;&atilde;o, ou as desmistifiquem.<br /> <br /> <strong>Amir Somoggi &eacute; diretor de consultoria em gest&atilde;o esportiva da BDO</strong><br /> <br type="_moz" /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Mar 20, 2012 5:58:28 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O impacto da Classe C na Indústria do Esporte]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/03/06/Pratica-esportiva-da-Classe-C-e-seus-impactos-economicos.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Em meu &uacute;ltimo post escrevi sobre a Ind&uacute;stria do Esporte e o perfil de gera&ccedil;&atilde;o de receitas. No texto citei a import&acirc;ncia que a classe C ter&aacute; nos pr&oacute;ximos anos, para ampliar as receitas geradas com esporte no Brasil.<br /> <br /> A consolida&ccedil;&atilde;o de uma ampla classe m&eacute;dia no Brasil j&aacute; mostrou ter efeitos extremamente positivos para o pa&iacute;s. O maior acesso ao consumo desses 100 milh&otilde;es de brasileiros foi vital para que o pa&iacute;s ficasse menos dependente do consumo das classes A e B e tamb&eacute;m possibilitou que diferentes setores fossem alavancados por esse contingente de consumidores.<br /> <br /> Quando analisada a pr&aacute;tica esportiva regular da popula&ccedil;&atilde;o brasileira, item essencial para o fomento dos neg&oacute;cios no mercado brasileiro, fica claro que teremos que fazer um amplo trabalho para que a nossa classe C seja mais ativa na pr&aacute;tica esportiva amadora.<br /> <br /> No Brasil, a pr&aacute;tica esportiva regular est&aacute; muito concentrada em alguns grupos espec&iacute;ficos de consumidores. Menos de um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o de uma forma geral pratica esportiva cotidianamente, com maior participa&ccedil;&atilde;o entre os mais jovens e os mais ricos.<br /> <br /> O volume de pessoas que se exercita no Brasil somente vai crescer de forma contundente caso a Classe C incorpore de forma regular a atividade f&iacute;sica, tanto entre os mais jovens, como entre os mais velhos. <br /> <br /> Isso ser&aacute; determinante para que a Ind&uacute;stria Esporte no Brasil cres&ccedil;a, j&aacute; que um contingente maior de praticantes reflete diretamente no consumo de produtos e equipamentos, al&eacute;m de gastos em clubes, academias, etc.<br /> <br /> Assim, da mesma forma que a consolida&ccedil;&atilde;o da Classe C foi fundamental para o desenvolvimento econ&ocirc;mico do Brasil, ser&aacute; decisivo no fortalecimento do esporte como Ind&uacute;stria.<br /> <br /> Al&eacute;m disso, como a classe C tem papel fundamental para influenciar o consumo das Classes D e E, a cultura de pr&aacute;tica esportiva pode evoluir muito no Brasil, gra&ccedil;as a esse processo.<br /> <br /> Isso significar&aacute; mais pessoas praticando esporte, o que resultar&aacute; em um pa&iacute;s mais saud&aacute;vel.<br /> <br /> O desafio &eacute; fazer com que nossa classe m&eacute;dia, al&eacute;m de ir ao shopping ou viajar, tamb&eacute;m enxergue no esporte uma atividade de entretenimento, como verificado nos consumidores brasileiros de alta renda.<br /> <br /> <strong>Amir Somoggi &eacute; diretor de consultoria em gest&atilde;o esportiva da BDO</strong><br /> <br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Mar 6, 2012 4:02:28 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Os desafios do Omni-Channel]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/03/01/Os-desafios-do-OmniChannel.html</link>
			<guid>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/03/01/Os-desafios-do-OmniChannel.html</guid>
			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Quem trabalha em varejo j&aacute; deve ter ouvido falar nesse novo conceito, o Omni-Channel, pois essa foi uma das grandes tend&ecirc;ncias apresentadas neste ano na conven&ccedil;&atilde;o NRF (NationalRetailFederation), um dos principais eventos de varejo, que acontece anualmente nos EUA. Infelizmente n&atilde;o pude estar presente, mas fiquei acompanhando por aqui as novidades e achei esse conceito um dos mais relevantes para compartilhar neste espa&ccedil;o.<br /> <br /> Seguindo o que mostram as tend&ecirc;ncias e pesquisas que estamos frequentemente acompanhando, n&atilde;o existe mais somente um canal de compras. O consumidor de hoje &eacute; multicanal e cross canal, ou seja, compra em diversos canais no momento que for mais conveniente e pratico pra ele e pode cruzar compras em ambientes f&iacute;sicos e virtuais. Entram nessa hist&oacute;ria as pr&oacute;prias lojas f&iacute;sicas, venda porta a porta, E-ecommerce, Mobile Commerce, TV commerce, Social Commerce e mais outros tantos &ldquo;commerces&rdquo; que surgirem. O varejo, ent&atilde;o, come&ccedil;ou a olhar para o consumidor como &uacute;nico &ndash; mas continua atendendo de maneira funcional cada canal.<br /> <br /> O conceito de Omni-Channel traz uma perspectiva mais evolu&iacute;da do multicanal/ cross canal. &Eacute; uma vis&atilde;o de integra&ccedil;&atilde;o total, onde para o consumidor n&atilde;o importa qual o meio de compra e sim a experi&ecirc;ncia que est&aacute; tendo com a marca como um todo. Para os varejistas, o grande desafio &eacute; olhar todos os canais dispon&iacute;veis e trabalhar de forma sin&eacute;rgica e coordenada entre eles, prevendo a integra&ccedil;&atilde;o de processos como log&iacute;stica, armazenamento, distribui&ccedil;&atilde;o, atendimento ao cliente, banco de dados e marketing. <br /> <br /> Segundo pesquisa feita pela Deloitte com executivos de empresas de varejo nos EUA, a vis&atilde;o deles &eacute; que as lojas f&iacute;sicas, que atualmente respondem por 91% das vendas, devem representar 76% em 3-5 anos e 63% ap&oacute;s cinco anos. O crescimento dos demais canais vem acelerado e empurrando uma nova din&acirc;mica comercial, funcional, para toda cadeia do varejo.<br /> <br /> Um artigo publicado pela GS&amp;MD (Gouv&ecirc;a de Souza), apresentou o resumo da NRF e mais alguns dados de pesquisa relevantes como a participa&ccedil;&atilde;o de internautas que consultam online antes de comprar em lojas f&iacute;sicas. Este &iacute;ndice pulou de 19%, em 2009, para impressionantes 62%, em 2011. E a pesquisa da Deloitte nos EUA constatou que 42% dos consumidores j&aacute; usaram smartphones para apoio em compras de vestu&aacute;rio e 48% em compras de eletr&ocirc;nicos.<br /> <br /> S&atilde;o esses os fatos que provocam um novo cen&aacute;rio do varejo mundial que impactar&aacute; em tudo. &Eacute; preciso se preocupar cada vez mais em ter foco no cliente, oferecendo um atendimento impec&aacute;vel e cheio de conte&uacute;do, investir cada vez mais em novas tecnologias e novos servi&ccedil;os e inovar em formatos de lojas, no mix de ofertas e na cria&ccedil;&atilde;o de uma proposta de valor forte e clara para as marcas.<br /> <br /> Eu estou super empolgada para viver tudo isso! Vamos em frente que atr&aacute;s vem gente.<br /> <br /> <strong>Andr&eacute;a Dietrich &eacute; respons&aacute;vel pelo n&uacute;cleo digital do Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car</strong><br /> <br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Mar 1, 2012 11:25:33 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Varejo é o motor da Indústria do Esporte no Brasil]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/02/22/Varejo-move-a-Industria-do-Esporte-no-Brasil.html</link>
			<guid>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/02/22/Varejo-move-a-Industria-do-Esporte-no-Brasil.html</guid>
			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Em geral, aqui no blog escrevo sobre os neg&oacute;cios relacionados ao esporte de exibi&ccedil;&atilde;o, a vertente mais midi&aacute;tica, emocionante e com alto grau de valoriza&ccedil;&atilde;o do marketing esportivo. As receitas da Ind&uacute;stria do Esporte podem ser divididas em esporte de exibi&ccedil;&atilde;o e esporte de participa&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> A exibi&ccedil;&atilde;o do esporte profissional gera receitas com direitos de TV, publicidade nas transmiss&otilde;es, patroc&iacute;nio, licenciamento, gastos nos est&aacute;dios, arenas, gin&aacute;sios e aut&oacute;dromos e todas as outras receitas de times, federa&ccedil;&otilde;es e equipes profissionais. Al&eacute;m disso, nessa soma se consideram as despesas dos times profissionais, para que n&atilde;o haja dupla soma nas receitas.<br /> <br /> J&aacute; o esporte de participa&ccedil;&atilde;o engloba todo o consumo das pessoas com esporte a partir da pr&aacute;tica esportiva amadora de diferentes modalidades. S&atilde;o os gastos diretamente refletidos no varejo, como as vendas de t&ecirc;nis, equipamentos esportivos, vestu&aacute;rio, isot&ocirc;nicos, alimentos especiais, mensalidade em academias e clubes, viagens, etc.<br /> <br /> Assim, o varejo esportivo tem papel fundamental no desenvolvimento econ&ocirc;mico da Ind&uacute;stria do Esporte de qualquer pa&iacute;s, especialmente nos pa&iacute;ses com grande n&uacute;mero de consumidores, como o Brasil.<br /> <br /> Atualmente, no Brasil, quase 70% de tudo que &eacute; produzido pela Ind&uacute;stria do Esporte &eacute; proveniente do varejo esportivo e somente 30% vem de servi&ccedil;os esportivos e receitas indiretas geradas. Isso significa que, dos R$ 50 bilh&otilde;es movimentados pela Ind&uacute;stria do Esporte brasileira, quase R$ 35 bilh&otilde;es vem do varejo.<br /> <br /> Apenas como compara&ccedil;&atilde;o, nos EUA, maior mercado de sports business do mundo, com US$ 300 bilh&otilde;es movimentados anualmente, 30% (US$ 90  bilh&otilde;es) &eacute; oriundo do varejo esportivo. Mas, por l&aacute;, a maior receita depois do varejo s&atilde;o os gastos em est&aacute;dios, que movimentam quase US$ 30 bilh&otilde;es anuais, ou 10% da Ind&uacute;stria. No Brasil, as bilheterias, explora&ccedil;&otilde;es de est&aacute;dios e outras arrecada&ccedil;&otilde;es de jogos representam cerca de 1% da Ind&uacute;stria.<br /> <br /> Assim, o Brasil ver&aacute; nos pr&oacute;ximos anos um crescimento acelerado dos neg&oacute;cios com o esporte de exibi&ccedil;&atilde;o, que devem crescer dos atuais 30%&nbsp;para 40% da Ind&uacute;stria nos pr&oacute;ximos anos. Dependendo do impacto que os dois megaeventos venham a gerar no mercado, ap&oacute;s os Jogos Ol&iacute;mpicos, a representatividade pode at&eacute; alcan&ccedil;ar 50%.<br /> <br /> J&aacute; o esporte de participa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tem potencial de crescimento, com o aumento da renda dos brasileiros com uma classe C consolidada. Entretanto, o grande problema da classe m&eacute;dia brasileira &eacute; sua baixa ades&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica regular de esporte. O mercado esportivo brasileiro &eacute; muito impactado pelo consumo das classes A e B, mais ativos na pr&aacute;tica esportiva regular.<br /> <br /> Mas esse ser&aacute; o assunto do meu pr&oacute;ximo post, sobre o papel da classe C na pr&aacute;tica esportiva dos brasileiros e seus impactos dos neg&oacute;cios do esporte no Brasil.<br /></p>
				
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			<pubDate>Feb 22, 2012 3:03:39 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[É proibido errar?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/02/14/E-proibido-errar-Luiz-Carlos-Dutra.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>&Eacute; fato. As redes sociais abriram perspectivas impens&aacute;veis at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s. Com uma boa dose de criatividade podemos ampliar horizontes e criar uma esp&eacute;cie de  buzz que n&atilde;o seria poss&iacute;vel apenas com os meios de comunica&ccedil;&atilde;o tradicionais.<br /> <br /> O segredo disso? Consumidores. Neste novo contexto,  a rela&ccedil;&atilde;o de cumplicidade entre eles na rede &eacute; incontest&aacute;vel. Trocam-se informa&ccedil;&otilde;es sobre produtos e servi&ccedil;os o tempo todo.  Os internautas confiam uns nos outros e compartilham coment&aacute;rios e opini&otilde;es de forma espont&acirc;nea e com verdadeiro esp&iacute;rito coletivo.<br /> <br /> Ao aprovarem um produto ou estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o eles n&atilde;o deixam de compartilhar virtualmente. Temos visto isso todos os dias. Grandes cases que n&atilde;o chegariam t&atilde;o longe sem a valida&ccedil;&atilde;o dos internautas em seu espa&ccedil;o p&uacute;blico de opini&atilde;o. <br /> <br /> Por&eacute;m como tudo tem dois lados, uma a&ccedil;&atilde;o de marketing mal pensada, mal interpretada pode tamb&eacute;m ter seu efeito ampliado significativamente.  Os chamados erros do marketing ganham cada vez mais espa&ccedil;o . Blogs especializados  e internautas dedicados lan&ccedil;am nas redes socais exemplos daquilo que n&atilde;o foi t&atilde;o bem assim, do que n&atilde;o gostaram.<br /> <br /> Da mesma forma,  a capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o e multiplica&ccedil;&atilde;o a partir do engajamento dos internautas gera diversas oportunidades para trabalhar a  estrat&eacute;gia e comunica&ccedil;&atilde;o da nossas marcas.<br /> <br /> O resultado?  A&ccedil;&otilde;es expostas e virilizadas de maneira tamb&eacute;m impens&aacute;vel at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s. Por isso, em um ambiente onde a criatividade e a liberdade imperam, &eacute; necess&aacute;rio ter o equil&iacute;brio entre prud&ecirc;ncia e transpar&ecirc;ncia.  Podemos portanto dizer que  nas redes sociais  o faz a diferen&ccedil;a &eacute; cada vez mais a consist&ecirc;ncia,  sem abrir m&atilde;o de criatividade e inova&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o &eacute; proibido errar? N&atilde;o. Empresas e estrat&eacute;gias s&atilde;o geridas por pessoas, que erram. Erros fazem parte do aprendizado, do crescimento e de acertos futuros. O imprudente &eacute; n&atilde;o avaliar todos os cen&aacute;rios antes do passo  principalmente n&atilde;o ignorar o &ldquo;feedback digital &ldquo;, cometendo  duas vezes o mesmo erro.<br /> <br /> *Luiz Carlos Dutra &eacute; vice-presidente de assuntos corporativos da Unilever<br /></p>
				
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			<pubDate>Feb 15, 2012 4:21:31 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Michel Teló, Jay-Z & Charlie, não necessariamente nessa ordem]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/02/14/Michel-Telo-JayZ-e-Charlie-nao-necessariamente-nessa-ordem.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>De acordo com o ranking do YouTube, o v&iacute;deo de Michel Tel&oacute; &ldquo;Assim voc&ecirc; me mata&rdquo; &eacute; o 9&ordm;&nbsp;mais assistido de todos os tempos (at&eacute; a hora&nbsp;em que escrevo este posting, contabilizava 161.760.087 views). <br /> <br /> Todos os oito que o superam foram lan&ccedil;ados pelo menos dois anos antes e j&aacute; n&atilde;o acumulam mais tantos clicks, enquanto Tel&oacute; cresce a cada dia. Ainda falta muito para chegar perto de &ldquo;Charlie bit my finger &ndash; again!&rdquo;, o campe&atilde;o absoluto, com 418.459.798 views, mas,&nbsp;mantido este ritmo de crescimento, n&atilde;o estranharei se uma hora dessas Tel&oacute; for medalhista.<br /> <br /> Enquanto isso,&nbsp;n&oacute;s, pobres marqueteiros, ficamos felic&iacute;ssimos quando uma de nossas campanhas virais atinge um milh&atilde;o de views. Isso &eacute; motivo de comemora&ccedil;&otilde;es, com envio de&nbsp;emails para a matriz e ag&ecirc;ncias submetendo o case para Cannes. <br /> <br /> Se voc&ecirc; faz parte deste grupo, parab&eacute;ns. Um milh&atilde;o &eacute; uma bela marca. Agora s&oacute; faltam outros 160 milh&otilde;es para se igualar ao Tel&oacute; !<br /> <br /> A verdade &eacute; que,&nbsp;por mais que nos esforcemos, s&atilde;o poucas as marcas interessantes o suficiente para competir em igualdade com o esporte, m&uacute;sica, etc. Muito poucas.<br /> <br /> Por isso &eacute; t&atilde;o importante usar as paix&otilde;es dos consumidores para escrever a hist&oacute;ria de nossas marcas. Conte&uacute;do &eacute; o que faz a diferen&ccedil;a. N&atilde;o interessa se &eacute; pr&oacute;prio, comprado, emprestado... Simplesmente porque estes assuntos s&atilde;o mais importantes do que a sua &ldquo;nova embalagem, agora com mais verde&rdquo;.<br /> <br /> Nove das dez campanhas que mais me marcaram&nbsp;falavam de assuntos que me interessavam. Sim, havia marcas e eu lembro bem delas. Mas o que as fez memor&aacute;veis n&atilde;o foram as marcas,&nbsp;posso garantir... <br /> <br /> O Zico, em 1982, jogando a camisa pro garoto no comercial da Coca-Cola, &eacute; inesquec&iacute;vel. Mas porque eu gostava de futebol (depois passei a gostar da Coca-Cola tamb&eacute;m). Ponto pra Coca-Cola que soube se associar ao futebol t&atilde;o bem. <br /> <br /> Muitas empresas j&aacute; se deram conta disso. Basta ver o mercado de patroc&iacute;nios no Brasil, que nunca esteve t&atilde;o aquecido. Com a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, Copa do Mundo e Olimp&iacute;adas se aproximando, isso s&oacute; tende a piorar (ou melhorar, n&atilde;o sei). <br /> <br /> Enquanto as marcas n&atilde;o acordarem para esta realidade continuar&atilde;o comemorando seu milh&atilde;o de views. Enquanto isso, Michel Tel&oacute; segue firme rumo ao topo. Rindo das nossas campanhas e do Jay-Z (o coitado &eacute; s&oacute; n&uacute;mero 18 e seu v&iacute;deo &ldquo;Empire State of Mind&rdquo; n&atilde;o chega nem a 129 milh&otilde;es).<br /> <br /> <strong><em>* Ricardo Fort &eacute; diretor global de marcas da Danone Paris</em></strong></p>
				
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			<pubDate>Feb 14, 2012 11:05:40 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Brasil é o sexto mercado do futebol global]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/02/03/Brasil-e-o-sexto-mercado-do-futebol-global.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>O Brasil se tornou a 6&ordf; economia mundial e as perspectivas para os pr&oacute;ximos anos s&atilde;o bastante positivas.  No futebol, pode-se dizer que ocorre o mesmo fen&ocirc;meno.  Os clubes brasileiros por muito tempo figuraram em um amargo n&iacute;vel intermedi&aacute;rio, entre os clubes m&eacute;dios da Europa.<br /> <br /> No &uacute;ltimo fim de semana o Estad&atilde;o publicou um estudo que produzimos na BDO comparando as receitas das ligas mais importantes da Europa e os 20 clubes com maior faturamento do Brasil. Como aqui n&atilde;o h&aacute; uma liga formal, como no futebol europeu, tivemos que criar nossa liga Premium, com os clubes que mais geraram receitas em 2010.<br /> <br /> Em 2010, esses 20 clubes produziram R$ 1,79 bilh&atilde;o em receitas. Entretanto, para fazer a compara&ccedil;&atilde;o com os clubes europeus, foram exclu&iacute;das as receitas com transfer&ecirc;ncias de atletas, receitas  financeiras e venda de imobilizado (caso do Internacional em 2010 com venda do est&aacute;dio dos Eucaliptos).<br /> <br /> Assim, o valor gerado em 2010 pela nossa liga dos 20 clubes com maior faturamento foi de R$ 1,49 bilh&atilde;o, ou 650 milh&otilde;es de euros. Nesse valor est&atilde;o inclusas as receitas de marketing, cotas de TV, est&aacute;dios e s&oacute;cios. Essas fontes de receitas atingiram o maior patamar dos &uacute;ltimos anos no futebol brasileiro, o que explica parte dessa evolu&ccedil;&atilde;o. Outro aspecto que deve ser considerado para esse resultado &eacute; a taxa de c&acirc;mbio do Real frente ao Euro, que ampliou esse valor, em rela&ccedil;&atilde;o a anos anteriores.<br /> <br /> Na Europa as Ligas podem ser divididas em dois grandes grupos. As Big 5 Leagues, s&atilde;o as ligas de primeira divis&atilde;o da Inglaterra, Alemanha, Espanha, It&aacute;lia e Fran&ccedil;a. E as outras ligas de primeira divis&atilde;o menores, que s&atilde;o 10: Holanda, R&uacute;ssia, Turquia, Portugal, B&eacute;lgica, Esc&oacute;cia, Gr&eacute;cia, Dinamarca, Noruega e  &Aacute;ustria.<br /> <br /> As BIG 5 Leagues movimentaram  8,4 bilh&otilde;es de euros na temporada 2009-10. J&aacute; as outras 10 l<span data-scaytid="6413" data-scayt_word="igas">igas</span> giraram um volume de 2,5 bilh&otilde;es de euros. <br /> <br /> Quando comparadas as receitas dos 20 clubes brasileiros com as l<span data-scaytid="9862" data-scayt_word="igas">igas</span> europeias, os clubes brasileiros j&aacute; figuram &agrave; frente de pa&iacute;ses como Holanda, (tradicionalmente a primeira entre as menores), R&uacute;ssia e Turquia.<br /> <br /> Com os 650 milh&otilde;es de euros gerados, os 20 clubes brasileiros representam a maior for&ccedil;a financeira do futebol global fora da Europa e 60% da Liga francesa,  a quinta em faturamento da Europa. Com rela&ccedil;&atilde;o a Premier League, l&iacute;der global, seus 20 clubes geraram mais de R$ 5,5 bilh&otilde;es. Assim, nossos 20 clubes representam  apenas 26% dos ingleses.<br /> <br /> Portanto, devemos ficar otimistas, j&aacute; que com a Copa do Mundo de 2014 aqui, nossa perspectiva de crescimento &eacute; bastante elevada. Devemos no ano da Copa  no Brasil ultrapassar o futebol franc&ecirc;s e nos posicionarmos como 5&ordf; for&ccedil;a do futebol mundial.<br /> <br /> Mas, para atingir os outros grandes mercados, teremos que crescer  muito, e esse crescimento somente ser&aacute; verificado se um modelo mais agressivo de marketing esportivo for implementado por aqui. <br /> <br /> E nas BIG 5 Leagues h&aacute; in&uacute;meros exemplos de clubes bem sucedidos que podem servir de benchmark para nosso mercado.<br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Feb 3, 2012 1:46:01 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Esqueça seus pontos fracos]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/02/03/Esqueca-seus-pontos-fracos.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Esta &eacute; a &eacute;poca que nos reunimos com nossos gerentes para discutir os objetivos do ano e nossos planos de desenvolvimento.<br /> <br /> &Eacute; claro que ningu&eacute;m nasce sabendo tudo e sempre h&aacute; &aacute;reas onde podemos melhorar. Por isso mesmo estudamos, fazemos est&aacute;gios, trabalhamos, vamos a semin&aacute;rios, etc. Tudo em nome do desenvolvimento. At&eacute; a&iacute;, tudo bem.<br /> <br /> Mas chega uma hora onde a obsess&atilde;o em melhorar naquelas &aacute;reas onde voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; l&aacute; t&atilde;o bom assim faz voc&ecirc;, e seu chefe, esquecerem da import&acirc;ncia de explorar mais seus pontos fortes. E isso &eacute; um problema s&eacute;rio.<br /> <br /> Pra come&ccedil;ar, aceite que h&aacute; coisas que simplesmente n&atilde;o justificam o esfor&ccedil;o necess&aacute;rio para aprend&ecirc;-las (eu nunca estudei Hindi, mesmo morando na &Iacute;ndia por exemplo). Outras podem lhe faltar interesse ou capacidade mesmo. <br /> <br /> Uma das pessoas que se reportava para mim na &Iacute;ndia era um brilhante cientista. Por hobby, j&aacute; havia desenvolvido, nas suas horas livres, v&aacute;rias inova&ccedil;&otilde;es em embalagens e equipamentos. Algumas at&eacute; patenteadas em seu nome. Ele adorava trabalhar sozinho, algumas vezes por semanas, dedicando-se a projetos de inova&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> O &uacute;nico problema era que ele era o Diretor de Comunica&ccedil;&atilde;o e tinha um time de 20 pessoas que precisavam de orienta&ccedil;&atilde;o, avalia&ccedil;&otilde;es de desemprenho, relat&oacute;rios de despesa aprovados, etc. Tudo o que ele odiava fazer.<br /> <br /> Por 3 anos ele tinha prometido desenvolver-se nas suas &aacute;reas de oportunidade, o que significava ser outra pessoa. <br /> <br /> Sua performance foi muito ruim durante o tempo que trabalhamos juntos. S&oacute; podia dar errado mesmo. Ele nunca pensou em apostar no que ele era realmente bom. <br /> <br /> Por isso, muita aten&ccedil;&atilde;o para o esfor&ccedil;o que voc&ecirc; far&aacute; este ano desenvolvendo seu pontos fracos ou apostando no seus pontos fortes. Algumas vezes ignorar nossas defici&ecirc;ncias n&atilde;o faz t&atilde;o mal assim. <br /> <br /> Caso voc&ecirc; queira saber, o cientista indiano foi transferido para o grupo global de inova&ccedil;&atilde;o de embalagens e passa muito bem. Nunca mais prometeu melhorar sua habilidade de gerenciar pessoas e est&aacute; muito feliz.<br /> <br /> <em>* Ricardo Fort &eacute; diretor global de marcas da Danone Paris</em><br /> <br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Feb 3, 2012 12:54:59 PM</pubDate>
		</item>
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