QR Code (ou Quick Response Code, Código de Resposta Rápida) é algo que nem é tão complexo assim do ponto de vista tecnológico, mas de fato é um achado de tão simples, por um lado, e intrigante, por outro. Como você pode ver na imagem, QR Code é esse emaranhado visual de labirintos gráficos que para nós, leigos, aparenta não passar disso: um mosaico para os olhos. Pois nesse mosaico se escondem imagens e informações que aparentemente não poderiam estar ali. Mas estão. Simplificando, trata-se de um código de barras bidimensional.
O código ali registrado corresponde a dados. Esses dados podem ser lidos por aparelhos dotados com programas que os capturam, como em um processo de scanner, que conhecemos bem. Uma vez capturados eles são “traduzidos” para coisas que entendemos perfeitamente: informações em texto sobre um produto, imagens desse produto e, eventualmente, por exemplo, um pequeno portal, como na internet, com informações sobre o produto.
Celulares apontados para um QR Code fazem facilmente toda essa decodificação, e então temos acesso, na telinha, ao que o QR Code quer nos mostrar. Aparelhos de leitura ótica comuns, como aqueles de supermercado, também leem e decifram os códigos. Daí o uso hoje comum do sistema para controle de estoque. Pela facilidade e aplicação quase lúdica, o QR Code vem sendo mais e mais utilizado também pela propaganda. No Brasil, já temos vários casos de uso do sistema em anúncios impressos, que permitem, através da intermediação de um celular, que o leitor seja transportado da página de um jornal ou revista para uma interface digital do produto ou serviço anunciado.
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