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Sabe aquelas campanhas com chamadas incríveis que desperta nossa curiosidade? Que dá uma ponta de raiva porque não revelam tudo e você precisa esperar mais alguns dias pra saber o que vem por aí? Que te faz seguir uma empresa que as vezes nem conhece muito bem mas por causa daquela chamadinha te fez criar interesse? Aquela frase daquele banner que insiste em aparecer no site que você acessa diariamente, sabe? Tem frustração maior pra um usuário do que descobrir que o restante da campanha não é tudo aquilo, ou, pior ainda, que o produto não merecia todo esse buzz porque ele não é tão bom assim?
No mundo da web isso é até comum e é pior, pois a velocidade da informação é muito mais rápida, é muito mais fácil descobrir qual é a empresa ou o produto por trás. Muitas vezes parece que estão vendendo uma Estátua da Liberdade ao invés de uma caneta, que é o produto real. Normalmente levantamos a questão aqui no blog sobre como o trabalho de webwriting bem focado é importante e como pode impulsionar quando for adequado ao público. Por isso que resolvi falar de outro ângulo, da ligação do texto produzido para a web com todo o contexto da campanha.
Acontece muito com os filmes, que no caso você sabe do que se trata de qual o filme, mas se decepciona quando vai olhar e vê que não é tudo aquilo. Enquanto o texto torna-se convidativo e cria promessas e ideias na cabeça das pessoas as imagens, os PDV’s, comerciais, enfim, ou o próprio produto não superam as expectativas geradas inicialmente.
Pode parecer besteira, mas webwriting é o cartão de visitas da campanha. A imagem pode falar por mil palavras, mas as letras têm o seu valor e são fundamentais principalmente para a disseminação dos próprios usuários. Afinal e-mails de “Vale a penas ler até o fim”, ninguém acredita mais….
Por isso, fica a dica: