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E-commerce deve crescer 25% em 2012

Estimativa é da e-bit, unidade do grupo Buscapé dedicada a informações sobre comércio eletrônico

Por Antonio Carlos Santomauro

Pelas estimativas da e-bit, unidade do grupo Buscapé dedicada a informações sobre comércio eletrônico, 2012 deve - relativamente a 2011-, atingir 25% o crescimento dos negócios realizado pelo comércio eletrônico no Brasil.

Tal projeção pode, porém variar, inclusive porque, em decorrência de fatores como a conjuntura econômica internacional e a greve dos Correios - que prejudicou as remessas das empresas de e-commerce -, talvez não tenha sido atingido o índice de expansão de 26% previsto para o ano passado. “No Dia das Crianças, por exemplo, prevíamos um crescimento de 20%, relativamente à mesma data de 2010, mas o índice foi de16%,”, relata Cris Rother, diretora executiva da e-bit.

No ano passado, conta Cris, mais nove milhões de pessoas integraram-se público do comércio eletrônico brasileiro, atualmente composto por aproximadamente 32 milhões de clientes. Agora, ela pondera, a evolução desse comércio estará mais fortemente vinculada ao conceito do long tail, materializado em tendências como a expansão dos negócios realizados pelo segmento da moda, que atende a targets mais individualizados, e consolida-se cada dia mais fortemente entre as principais categorias do e-commerce (por enquanto, os itens mais comprados via web são os eletrodomésticos, vindo a seguir, nesse ranking, informática, saúde e beleza e eletrônicos).

De acordo com Cris, o crescimento do long tail no comércio online revela-se também no crescimento da participação dos pequenos varejistas, que tinham 7% de participação no final do ano passado, e já representavam 8% no primeiro semestre de 2011 (em volume de faturamento). “E, para 2013, nossa atual previsão é de incremento de 22% no comércio eletrônico no Brasil”, ela finaliza.



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