18 de Novembro de 2011 • 13:57
Para empresas do setor farmacêutico - cuja comunicação é altamente regulamentada, e cujos interesses abrangem públicos muito distintos -, pode ser vantajoso trabalhar com agências especializadas. Quando nos comunicamos com médicos, a linguagem precisa ser mais técnica, científica; com o público leigo, abordamos apenas assuntos institucionais, relacionados à educação em saúde, de maneira acessível e simples; ao falarmos com farmacêuticos, precisamos ser pontuais e objetivos.
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