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Depois da Black Friday, é hora de falar da Block Friday

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Depois da Black Friday, é hora de falar da Block Friday

Os recursos trazidos pela Web 3.0 tornam todo devaneio sobre confiabilidade na internet algo prazerosamente tangível e nos aproximam mais daquela promessa que a internet carrega em si desde sua criação: a de ser um ambiente de trocas de todos os tipos, essencialmente livre.

2 de dezembro de 2019 - 8h56

Blockchain, explicado facinho, é uma cadeia de trocas digitais de dados, documentos e transações, altamente segura.

Ela introduz no mundo online uma camada de eficiência desconhecida até então.

Nela, o fake morre. A fraude é impossível. E a certeza das transações é absoluta.

Já viu isso antes? Não, não viu não.

E daí?

Uma boa ideia do que ela pode significar para consumidores e empresas no ambiente do varejo e vendas, só um exemplo, está logo abaixo no excelente artigo de um dos empreendedores do setor que mais manja de blockchain no Brasil, Luciano Britto, da Rhizom, por sua vez, um marketplace de blockchains.

Pyr

 

BLOCK FRIDAY

Imagine chegar nesta sexta-feira e fazer tudo o que você já faz, só que de maneira muito mais segura, rápida e eficaz no interior de uma plataforma desenhada para que a preservação de seu tempo e de sua privacidade sejam a principal prioridade.

Não apenas isso, imagine então se cada busca e transação comercial, as operações mais elementares da internet como a conhecemos, fossem revestidas da transparência e confiabilidade que hoje apenas sonhamos poder esperar delas?

Agora, e se lhe dissermos que esse exercício imaginativo está cada vez mais próximo da nossa realidade cotidiana, essa mesma tão mundana que compõe nossa rotina diária?

Os recursos trazidos pela Web 3.0 tornam todo esse devaneio algo prazerosamente tangível e nos aproximam mais daquela promessa que a internet carrega em si desde sua criação: a de ser um ambiente de trocas de todos os tipos essencialmente livre. Mas livre em que sentido? No sentido de ser das hierarquias que tornam essas relações assimétricas e, no limite, até mesmo deletérias para nossas necessidades.

Pense: já na próxima Black Friday, todos poderemos circular o que criamos, obter o que precisamos e queremos num ecossistema desprovido das fricções e distorções que acabam por tornar não apenas esse momento de consumo mais intenso, mas também nossa consecução mais corriqueira de produtos algo nocivo.

Ao invés de navegar com cuidado e bem munidos de uma dose saudável de suspeição, iremos trafegar de forma natural e eficaz por uma imensidão de produtos, buscando informação confiável acerca deles e de seus produtores, já que tudo estará inserido num registro imutável, do começo ao fim.

É isto que ocorre quando todos os elementos que sustentam essas interações (dados, preços, reputações) são construídos sobre uma arquitetura inovadora que operacionaliza esses valores tão humanos — demasiadamente humanos — em seu interior. Esta é a ‘magia’ que a Blockchain torna real e que o Rhizom traz para nosso dia a dia de compras, vendas e buscas pelo que nos faz felizes: ao invés de procurar por promoções viáveis em meio a ofertas duvidosas, iremos adquirir produtos certificados através de monitoramento integral; no lugar do frenesi insalubre das sales, teremos as oportunidades equânimes providas por crowdsales… e assim por diante.

É esse panorama que nos esforçamos diariamente para tornar mais acessível a todas as suas necessidades. Aqui, toda e qualquer sexta é Block Friday, porque não tem porquê haver um dia de consumo mais favorável quando todos são muito mais que isso.

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