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Viveremos uma ressaca global de redes sociais ?

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Viveremos uma ressaca global de redes sociais ?

Em artigo publicado no site da Association of National Advertisers (ANA), o tema foi interessantemente tratado, em uma análise com o título "We’re on the Brink of a Social Media Hangover: Are Brands Prepared to Be the Remedy?", trazendo a discussão do âmbito social para o ambiente das marcas.

12 de março de 2020 - 8h05

Há quem considere – e está difícil de discordar – que para além do contágio efetivo do Covid-19, há também uma camada extra de contágio social, que vem não do vírus real, mas do vírus digital.

Trata-se da contaminação virtual por uma avalanche misturada de informações relevantes, notícias importantes e análises esclarecedoras, com um volume gigante de fake news, desinformação amplificada e má fé deliberada.

E um dos grandes motores desse lado B da doença é, certamente, em seu conjunto, as redes sociais.

Em muitos dos países em desenvolvimento, as redes sociais seguem crescendo, como é o caso do Brasil, tendência que deve se sustentar ainda por um bom tempo.

Já nos países mais desenvolvidos, o uso e a adição às redes sociais, embora ainda evidentemente enorme, passa por um momento de revisão de hábitos e balanço entre o real valor delas, quando bem utilizadas, e os malefícios, quando deturpadas.

Em artigo publicado no site da Association of National Advertisers (ANA), o tema foi interessantemente tratado, em uma análise com o título “We’re on the Brink of a Social Media Hangover: Are Brands Prepared to Be the Remedy?”, trazendo a discussão do âmbito social para o ambiente das marcas.

O texto parte do pressuposto de que estamos, de fato, à beira de um ataque de nervos com as redes sociais, ressaca é o termo que o texto usa, e que isso tem, evidentemente, impacto no nosso comportamento social digital, com os impactos devidos no marketing e nas marcas.

Teriam elas papel relevante nesse contexto, ou ainda, teriam elas como contribuir para mitigar esse ressacão?

Em minha opinião, se as marcas simplesmente não contribuírem para o caos instalado, já seria uma significativa contribuição.

E, também minha opinião, se elas se auto-empoderassem de genuína consciência social diante do quadro preocupante, poderiam, sem sombre de dúvida, contribuir para que muitos dos malefícios pudessem ser reduzidos, de alguma forma.

O marketing e a comunicação podem ser poderosas ferramentas de transformação social. Para o mal e para o bem.

A escolha de que lado prefere estar, está nas mãos da nossa indústria. O passo seguinte é passar da escolha à prática.

Aqui, link para o artigo da ANA.

 

 

 

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