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Depois da Amazon, a FAA/USA autoriza também o Walmart a voar seus drones de entregas.

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Depois da Amazon, a FAA/USA autoriza também o Walmart a voar seus drones de entregas.

Acompanhamos os primeiros experimentos da Amazon com seus drones de delivery. Mas eram experimentos. Semanas atrás, a Amazon recebeu a aprovação da FAA - Federal Aviation Adminsitration para oficialmente colocar seus drones de entrega no ar. Agora é a vez do Walmart. No ar, a logística 3.0.

14 de setembro de 2020 - 7h00

Em breve, não é difícil imaginar, veremos drones voando sobre nossas cabeças, como no desenho dos Jetsons (para quem ainda lembra do desenho dos Jetsons), entregando encomendas em depósitos, lojas e até em nossas casas.

Isso não foi possível até agora porque não havia legislação que normatizasse o uso dessas maquininhas circulando no céu sem normas de tráfego aéreo pactuadas. Agora, a FAA/USA criou essas normas e a primeira a adquirir a permissão para operar foi a Amazon, semanas atrás.

Pois sua arqui-rival Walmart anunciou semana passada que iniciará um programa piloto com a empresa de drones Flytrex para entregar mantimentos e outros utensílios domésticos essenciais de suas lojas em Fayetteville, NC.

A Flytrex já havia recebido a aprovação da FAA para entregas de alimentos na Carolina do Norte. O programa piloto será usado principalmente para coletar informações para um serviço futuro, então os céus de Fayetteville ainda não estarão cheios de drones, por enquanto.

“Os drones, que são controlados pela nuvem, usando um painel de controle fácil e inteligente, nos ajudarão a obter informações valiosas sobre a experiência do cliente e do associado – desde a coleta e embalagem até a decolagem e entrega”, declarou a imprensa dos EUA o vice-presidente sênior do Walmart, Tom Ward.

A parte difícil da legislação é admitir que essas empresas controlem seus drones além da linha de visão dos seus operadores, como acontece com os drones com os quais brincamos em casa.

Esses drones são dirigidos e controlados por Inteligência artificial na nuvem, não na nuvem do céu, mas nuvem de computadores mesmo, cloud computing. E lembra o princípio dos carros sem motorista, já que mesmo que haja operadores, estamos falando de máquinas e não literalmente pessoas operando o sistema diretamente, apenas monitorando-o.

Ainda assim, treinar as equipes técnicas responsáveis pelo sistema é exigência rigorosa da FAA e cada empresa que quiser obter licença para fazer o mesmo terá que passar, como as duas passaram, por demostrações exaustivas aos técnicos da FAA.

Céu de brigadeiro para a fase 3.0 da logística no Planeta.

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