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Entertainment Commerce: vender vira mais arte do que nunca

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Entertainment Commerce: vender vira mais arte do que nunca

Isso é a nova arte de vendedores artistas, que se mistura em múltiplos canais de interação e ativação, criando um ambiente envolvente e matador em termos de engajamento e vendas, aceleradas pela interatividade e urgência dos novos tempos

23 de novembro de 2020 - 8h00

Alguém poderia dizer que se trata de uma espécie de reinvenção da roda e talvez estivesse correto. O Shoptime, criado pela operadora a cabo Multicanal em 1995, era já a mistura de vendas com entretenimento. Na TV. Por ali passaram por exemplo Monique Evans e Roberta Close, ídolas do momento. A linguagem de vendas era embarcada na interpretação de personalidades conhecidas e isso parecia funcionar bem. Muito bem.

Agora são Anitta (Skol Beats), Iza (Olympikus) e, mais recentemente, a Marina Ruy Barboza (Arezzo). Em um post desta semana, o Ricardo Dias, ex-CMO da Ambev, lembrou tudo isso, ele mesmo uma espécie de recriador do modelo.

A ideia de que artistas possam ser influencers de vendas vem da época do que se chamava, nos anos 50, das “garotas propaganda”, atrizes e/ou modelos que interpretavam, também ainda apenas na TV, as mensagens das marcas. E, assim, vendiam.

O que difere o atual movimento dos anteriores, no entanto, não é a essência, é a forma.

Anitta tem sob sua responsabilidade parte do pensamento de inovação da Skol Beats. Isso porque é, ela mesma, fruto de um pensamento empresarial contemporâneo em que a arte do entretenimento e a potencialização de vendas caminham juntas em processos estruturados e planejados incomensuravelmente mais maduros do que os anteriores.
Iza é Diretora Criativa da Olympikus. E Marina Ruy Barbosa Diretora de Marca da Arezzo. É diferente.

Além disso, estamos falando de um momento altamente conectados dos novos tempos e tudo isso ganha relevância ainda mais penetrante, porque embora a TV se sempre siga tendo altíssimas audiências, a internet é interativa e a compra pode ser realizada em tempo real num celular.

O fenômeno do streaming commerce, popularizado incialmente na China e que se espalha também aqui no Brasil, incrusta essa tendência em um ambiente de velocidade nunca antes atingido. Nele, a arte do entretenimento é palco da interpretação convincente de artistas de uma nova era, os social commerce influencers, que usam as plataformas das redes sociais para engajar audiências e, com estilo próprio e um toque de arte digital de animadores de auditório 2.0, vendem.

Assim, a arte de vendedores artistas se mistura em múltiplos canais de interação e ativação, criando um ambiente envolvente e matador em termos de engajamento e vendas aceleradas pela interatividade e urgência dos novos tempos.

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