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Consentimento: a palavra que vai mudar você e sua empresa

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Consentimento: a palavra que vai mudar você e sua empresa

Sem consentimento, você e sua empresa, sua marca e suas ações de marketing não vão falar com ninguém

30 de junho de 2021 - 6h00

(Crédito: Reprodução)

Sim, tem a ver com as leis de privacidade de dados. Sim, tem a ver com a decisão dos grandes players de criarem barreiras de interação para todos que não estejam em seus walled gardens. Casos mais gritantes são Google e Apple. Sim, tem a ver com a era cookieless e com uma nova forma de fazer marketing, capturar dados e se relacionar online com os consumidores. Tem a ver com tudo isso e com a inevitabilidade de mudança diante da festa do caqui que se instaurou no mundo da invasibilidade digital sem fronteiras. Toda a indústria de dados é culpada. São também culpadas as marcas e os anunciantes, idem as agências de propaganda. Sem contar, é claro, todos os intermediários da cadeia de mídia e dados que, ainda hoje, mordem fatia gorda dos investimentos em comunicação digital e programática de todo esse setor.

E aí, então, chegamos à palavra que muda tudo isso: consentimento.

Sem consentimento, não haverá – ou haverá cada vez menos – comunicação digital. Cada vez menos haverá dados soltos disponíveis em qualquer cantinho ou esquina do mundo interativo da internet. Sem consentimento, você e sua empresa, sua marca e suas ações de marketing não vão falar com ninguém. Sem consentimento você vai despejar dinheiro de mídia sabe-se lá onde. Sem consentimento, bem, não haverá mais marketing interativo e engajado na web. Nem vendas no varejo online. Bom, não haverá praticamente mais nada.

Não acredita nisso, certo? Sei. Mas ó… vai acreditar. Não é uma ameaça: é que é no brainer. Não tem bola de cristal. Basta olhar à sua volta. Tá bem facinho adivinhar esse novo pedaço de futuro. Aguarde e verá.

Enquanto isso, algumas empresas internacionais estão, espertamente, criando produtos e plataformas para atender à demanda que virá, por plataformas automatizadas que enderecem e ajudem a resolver essa questão que já está no colo das companhias, embora muitas ainda não tenham se dado conta disso.

Essas empresas são user centric por definição. Mas não é aquela pataquada que vemos em tudo que é PPT de marketing hoje em dia, de todas as companhias conhecidas. Todas são user centric. Só que não. Nem todas. Boa parte nem sabe o que é isso na real e não tem práticas, nem governança, nem conhecimento, nem plataformas, nem processo, nem dinâmicas, nem verbas para ser efetivamente user centric.

E aí está a oportunidade dessas empresas de tecnologia que, você verá, serão a próxima bola da vez, com suas soluções que gerenciam consentimento em compliance com as leis de privacidade. mas mais do que isso, congregam um conjunto de ferramentas que captura consentimentos, administra consentimentos e otimiza, como uma boa ferramenta de marketing de performance, esses consentimentos.

Consentimento as a Service. Você ainda vai ter um bem aí na sua empresa.

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