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Ei! Engajar não é vender!

Técnicas que nascem no engajamento, mas bebem mais da conversão de ponta de funil, precisam ser conhecidas, desenvolvidas, aplicadas e mensuradas

16 de agosto de 2021 - 15h51

Engajar é demais! Sem engajamento, marcas e commerces tem sempre mais dificuldade de vender. Você pode comprar posições nas plataformas de performance e investir pesado em ads. Isso funciona, ninguém duvida. E muito. Só que é um ciclo. Você investe, você vende. Parou de investir, as vendas caem. Aí você investe de novo e de novo elas sobem. Para e de novo elas caem.

Poucos negócios conseguem manter-se indefinidamente apenas desse sobe e desce e foi por isso que, há anos, as técnicas de engajamento foram se sofisticando. Processos de atribuição, todo o hoje sofisticado conhecimento do funil, do in bound, do CRM, do CRO, do bom e velho email, e tantas outras possibilidades tecnológicas a serviço do engajamento foram sendo desenvolvidas e aprimoradas. Plataformas e softwares as centenas foram desenvolvidos com esse fim. A maior parte deles eficaz e rentável. Engajar é o máximo, como já disse.

Mas mais e mais isso passa a ser default. Tipo, sem, você não está nem fazendo o básico.

É certo que há ainda um sem número de companhias que nem nesse estágio chegaram e as agências e intermediários de serviços e plataformas que operam no setor tem um mar imenso de expansão pela frente, por conta disso.

Só que …. txârãããnnn: engajar não é vender.

Engajar induz, mas não fecha. Vender é vender e muitas companhias, bem como seus gestores de marketing, de produtos e marcas, bem como parte de suas agências, estão muito mais habituadas ao lado “comunicação” da atividade de funil e encantam-se com o lado relacional, não dominando com excelência a ponta final, o last mile da venda.

Para isso, técnicas que nascem no engajamento, mas bebem mais da conversão de ponta de funil, precisam ser conhecidas, desenvolvidas, aplicadas e mensuradas.

Nos departamentos de marketing isso é assunto assim, digamos, que anda meio de lado.

Não há nas equipes e colaboradores especializados no tema, nem mesmo, em muitos casos, as próprias lideranças estão devidamente preparadas para entregar essa última milha.

Nas agências a mesma coisa.

Pois não é nada bom que isso seja assim, para ninguém. Nem para as empresas, nem para as agências, nem para os profissionais do nosso setor, nem para os negócios de ninguém.

Vale um estágio de um dia que seja num desses marketplaces ou numa operação de e-commerce. Pra sentir o drama. E tomar um choque de realidade.

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