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3 razões para sua empresa fazer branding num mundo de performance

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3 razões para sua empresa fazer branding num mundo de performance

Não existe branding sem performance, nem vice-versa

3 de novembro de 2021 - 14h28

Tive a imensa e sempre renovada honra e privilégio de poder estar, ainda que virtualmente, com minha amiga Stella Brant no CMO Summit.

Stella você conhece. Foi marketing da Ambev anos, depois saltou de cabeça no mundo digital native, tornando-se CMO do 99 e, agora, do Liv Up.

Nossa conversa foi sobre as contradições e eventuais conflitos entre branding e performance, tema que ela derrubou por knockout antes mesmo de começar o primeiro round, sabiamente nos alertando que esse é um falso dilema.

Não existe branding sem performance, nem vice-versa.

Seja como for, há as duas disciplinas e queria dar 3 highlights aqui sobre a relevância do branding, num mundo crescentemente dominado pela performance.

Nunca na história das organizações e marcas saber fazer um bom trabalho de branding foi tão necessário (Créditos: everydayplus/shutterstock)

Vamos lá:

Branding é rentável – Performance é investimento. Branding é o banco inteiro. A rentabilidade de investir em Branding é de médio e longo prazos e se você investir puramente em performance ficará recorrentemente tendo que apostar alto o tempo todo. Funciona no curto prazo. Se desgasta no médio. Vira prejú no longo. Monte um banco para sua marca: invista em Branding.

Branding é engaging – Pessoas se relacionam e casam com marcas, não com fortuitos views ou clicks. Branding gera comunidades recorrentes que têm em suas marcas um ponto de contato seguro e gratificante. Por isso elas voltam. E voltam de novo. No raciocínio financeiro aí de cima, é uma relação, de novo, de alta rentabilidade, porque perdura no tempo e mesmo que você fique um tempo sem investir em nada, sua marca estará lá rendendo dividendos de sua própria história. E histórias de marcas se constroem com Branding.

Branding é a alma da marca – Marcas sem alma não são marcas, são commodities. Commodities vendem, mas tem baixo valor agregado. Marcas com alma valem mais e podem valer-se disso para otimizar os negócios da companhia. Financeiramente eu digo. Num mundo de dominância recorrente da Performance, construir a alma das marcas é que fará a diferença. Só marcas com alma brilham no escuro do mercado digital altamente conectado. O resto é blur. Ruído no caos.

Performance é pele. Branding a alma. Performance é drible. Branding o campeonato. Performance é árvore. Branding a floresta. Performance é atalho. Branding a estrada. Performance é rock. Branding Mozart.

Escolha o que quer fazer. Mas o melhor mesmo é fazer os dois, como elegantemente nos ensina a sábia Stella.

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