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Sem cookies, faz como?

Mãos à obra, corações

1 de dezembro de 2021 - 14h00

Bom, tem algumas maneiras de bypassar o agora aparentemente padrão da indústria, sob o qual não se pode mais afanar descaradamente os dados de todo mundo como num grande complô global da invisibilidade ilimitada, como agências, anunciantes e seus parceiros de programática fizeram por anos. Acabou a festa do caqui.

(Crédito: IStock)

Entre elas se destacam duas:

First Party Data
Contexto

A primeira é o mesmo dado que se roubava antes, agora autorizados por públicos devidamente conversados e engajados.

A segunda é um proxy. Ou seja, são dados de perfis tipo look alike. Grupos aglomerados de audiências parecidas levando-se em conta algum tipo de KPI comportamental, social, econômico, coisas desse tipo. Muito úteis, mas válidos por aproximação e não por precisão um a um, como os cookies faziam.

A primeira é ainda melhor e mais poderosa que os dados que se capturava antes porque, além de obviamente muito mais legítima, permite que anunciantes e suas marcas criem comunidades proprietárias que nunca, de fato, anteriormente, conseguiram criar. Agora conseguem.

O esforço para fazer isso é obviamente muito maior e mais caro que o que se fez antes. Mas o resultado é de melhor qualidade, mais engajador e mais sustentável no tempo.

O segundo potencializa o conteúdo. Seja ele qual for. Os ambientes de contexto são por onde andam os internautas e consumidores, buscando coisas e informações que de fato lhes interessam. Muito do que se investia antes em programática se perdia por falta desse tipo de precisão. Agora, as plataformas, tecnologias e práticas que conseguirem capturar dados abertos e permitidos na web sobre o que os públicos desejam e exibir nesse contexto produtos e serviços adequados, vão ganhar o jogo pós-cookie.

Há muitas outras estratégias e formas de se virar sem os cookies. Mas, de uma forma ou outra, vamos cair nessas duas.

Mãos à obra, corações.

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