Meio & Mensagem

Não é mágica, mas a IA pode prever o que o seu consumidor vai fazer

Buscar
Publicidade

14 de fevereiro de 2022 - 12h04

O escritor de romances de ficção científica Arthur C.Clarke, que dentre seus livros de sucesso tem nada menos do que “2001, Uma odisseia no espaço”, dizia que há muito pouca diferença entre tecnologias extremamente evoluídas e a magia. É um pouco o caso aqui.

Apesar de não ser exatamente mágica, a Inteligência Artificial pode hoje, sim, prever o que vai fazer seu consumidor.

São vários os estudos que apontam isso.

As tecnologias de marketing com inteligência artificial (IA) se comunicam com os consumidores e sabem o que eles querem muito antes dos profissionais de marketing.

O feitiço se dá a partir de cálculos matemáticos e algoritmos que acumulam um número gigantesco de dados sobre hábitos e performance de consumidores e devolvem relatórios com alta precisão do que eles, baseado no histórico, devem consumir em seguida.

Esse recurso da IA será mais e mais relevante para os profissionais de marketing, notadamente num cenário em que os dados antes obtidos por vias não tão éticas de até pouco tempo atrás, agora não podem mais ser coletados como eram antes.

As ferramentas de IA entendem como melhor se comunicar com cada consumidor, de forma anonimizada e autorizada. É possível, por esse caminho, a obtenção de dados primários – first party data – e, aí sim, a personalização pode ser completada.

Os caminhos de captura dos dados se dá através da geração de conteúdo, reconhecimento de voz e segmentação de clientes em clusters. Os profissionais de marketing digital podem hoje utilizar os recursos de NLP (linguagem de computador que usa modelos cognitivos humanos), uma das tecnologias orientada por IA, que interpreta a fala ou texto humano usando software, para gerar conteúdo ou uma interação, em seguida.

Desnecessário dizer que dados first party aumentam as taxas de conversão e reduzem os custos de aquisição de clientes. Eles também costumam ser responsáveis pela elevação da satisfação desses clientes e pelo aumento do reconhecimento da marca, o que, por sua vez, leva a melhorias na receita.

Não é mágica, mas como dizia Arthur C.Clarke, é quase.

Publicidade

Compartilhe

Veja também