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Não há inovação no consenso

Edmar Bula, de Austin: "People first deve ser a finalidade de qualquer inovação. Ao final, tudo se resume à experiência do usuário."

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10 de março de 2019 - 9h38

Não há inovação no consenso. Ela precisa de diversidade para acontecer. A generosa oferta de painéis e sessões do SXSW sempre guarda uma linha condutora. E parecia que a linha condutora entre todas as opções sedutoras na manhã do primeiro dia era levantar a bandeira de que a inovação precisa gerar valor real para pessoas e cidades.

 

Se o Jonah Peretti, (BuzzFeed e o HuffPost), falava sobre “salvar a internet” em outra sala (compartilho link abaixo), a conexão se fez instantaneamente na minha escolha: How Adaptive Design is Transforming Brands. E o quebra-cabeças fazia cada vez mais sentido com debates como How Beneficent Intention Can Help Eradicate Violence e AI Creates Cashless Cities and a Borderless World, entre tantos outros.

 

People first deve ser a finalidade de qualquer inovação. Ao final, tudo se resume à experiência do usuário. Quando você ouve da Zappos que “ainda não conhecemos nosso consumidor o suficiente”, fica claro que o ser humano deve ser a causa e o fim de tudo, mas também que a indústria e o varejo ainda são bastante product driven. Seres humanos ainda desconhecem muito da diversidade humana. Este foi um bom começo para refletir o quanto nossa inovação tem sido aprisionada em padrões.

(*) Edmar Bula é Ceo da Croma

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