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Decisões ágeis, inteligência ilimitada

Organizações precisarão cada vez mais operar de forma semelhante à do sistema nervoso humano, obtendo informações (coleta e preparação de dados), processando-as (processos analíticos diversos, tais como modelagem preditiva, otimização, “forecast”), aprendendo e decidindo qual a melhor ação em cada situação (decisão).   

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11 de fevereiro de 2020 - 7h48


Por Luiz Riscado (*)

Você sabe qual é o tempo de reação do corpo humano quando tocamos em algo muito quente?  O tempo todo nosso corpo está processando uma quantidade enorme de dados, sobre o meio-ambiente e sobre o seu próprio funcionamento, para permitir que as decisões mais adequadas em termos de sobrevivência e conforto sejam tomadas a cada instante.

É por isso que em apenas 27 milissegundos nosso corpo consegue detectar a temperatura de um objeto quente e comandar a reação adequada para não sofrermos queimaduras.

O corpo humano é um conjunto enorme de funções interconectadas e órgãos que fazem parte de sistemas que reagem voluntariamente e involuntariamente; ou seja, de forma automática. Esses sistemas foram projetados para aprender, ao longo do tempo, interpretar e reagir, algumas vezes com alguma orientação externa, outras vezes por si mesmos.

Em tempos disruptivos como os que estamos vivendo, nos quais a quarta revolução industrial e a transformação digital continuam afetando profundamente todas as atividades das empresas, a metáfora do corpo é cada vez mais adequada para refletir como as organizações deveriam funcionar.  Ou seja, organizações precisarão cada vez mais operar de forma semelhante à do sistema nervoso humano, obtendo informações (coleta e preparação de dados), processando-as (processos analíticos diversos, tais como modelagem preditiva, otimização, “forecast”), aprendendo e decidindo qual a melhor ação em cada situação (decisão).

Em um mundo com clientes cada vez mais exigentes e no qual a personalização torna-se chave para o sucesso, as decisões precisam ser ágeis e bem embasadas. Nesse cenário, o tratamento adequado dos dados e a tomada de decisão com base analítica aplica-se a basicamente todas as áreas de uma organização. Por exemplo:

  • Na área de marketing:  Qual a melhor próxima ação (NBA)? Como otimizar a jornada do cliente?;
  • Na área de operações:  Como otimizar a expansão das redes de comunicações? Como eliminar processos, reduzir custos e desperdícios?  Como eliminar fraudes?;
  • Na área de gerenciamento de riscos:  Como otimizar e planejar recursos?

Uma das indústrias mais afetadas pelas transformações descritas acima é a de telecomunicações. Como sabemos, o Mobile World Congress tem sido a grande vitrine das grandes tendências e casos de sucesso do setor.  Assim como nos últimos dois anos, o MWC 2020 terá ênfase em inteligência e trará o tema “Limitless Intelligent Connectivity”. Isto confirma que a indústria continua antenada no papel da inteligência e das decisões com base analítica para um futuro bem-sucedido.

Na edição 2020, certamente seremos apresentados a inúmeros casos de uso inspirados nas evoluções da tecnologia 5G e aplicações cada vez mais diversificadas, com potencial de monetização dos investimentos. Nossa convicção é que o sucesso dessas evoluções dependerá cada vez mais dos acertos na agenda analítica das organizações, que deve enfatizar a agilidade e precisão nos processos decisórios de forma que as organizações ganhem a inteligência e a velocidade de reação cada vez mais semelhantes às do corpo humano.


(*) Luiz Riscado é Diretor de Vendas do SAS Brasil

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