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GeoBehavior no mundo da mobilidade restrita

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GeoBehavior no mundo da mobilidade restrita

Estamos diante da necessidade de “rebobinar” a fita, relembrar e entender quais grupos de usuários tinham determinados hábitos antes das mudanças que estão ocorrendo, para com isso saber para quem direcionar as “ofertas substitutas”.

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19 de março de 2020 - 8h51

 

Por João Carvalho (*)

Os impactos da mudança de hábitos gerada pelas políticas de contenção para o combate ao Covid-19 estão gerando nas empresas uma necessidade urgente de se adaptar, reinventando sua proposta de valor e criando novas formas de vender seus produtos e prestar seus serviços. Dos grandes aos pequenos, muita coisa está mudando.

Vemos dois grandes desafios.

O primeiro, da porta pra dentro, será o de redesenhar as ofertas entendendo quais serão os novos produtos ou serviços a oferecer para os antigos clientes ou, numa ótica inversa, quem serão os novos clientes para as ofertas antigas.

O segundo desafio será o de se comunicar com seus clientes, potenciais novos clientes e até antigos clientes.

Pelos dados declarados, nem toda empresa possui um CRM estruturado, ou mesmo as que possuem, talvez não tenham uma boa frequência ou coleta recente garantido dados atualizados. Ou mesmo que tenham, talvez sem a possibilidade de ativar os usuários remotamente. Já analisando dados inferidos por comportamento digital, como por exemplo a navegação ou acesso a sites e aplicativos, temos um cenário um tanto quanto embaralhado dado que neste intervalo atual, muitas pessoas estão com hábitos completamente diferentes que geram impacto no seu consumo de conteúdo e por consequência clusterização. E isso deve se tornar mais desafiador com o tempo já que os cookies tem uma janela de 30 dias.

Em meio a esse turbilhão, diversos negócios que já estão se adaptando precisam agora entender quem são os seus clientes e como falar com eles.

Aplicativos de atividade física em busca de quem fazia academia.

Aplicativos de conteúdo infantil em busca de pais e mães.

Os Shopping Centers fechados, e suas lojas, em busca de fluxo para seus sites de e-commerce ou serviços de entrega em casa.

Empresas de eLearning e EAD em busca de alunos.

A lista vai longe. E sabe o que tudo aqui tem em comum? A necessidade de “rebobinar” a fita, relembrar e entender quais grupos de usuários tinham determinados hábitos antes das mudanças que estão ocorrendo, para com isso saber para quem direcionar as “ofertas substitutas”.

Neste contexto, o GeoBehavior se torna uma ferramenta essencial pois permite às empresas uma análise simples, rápida e direta, sobre targets específicos que possam ser ativados para pesquisas, direcionamento de conteúdo e ofertas de produtos e serviços.

 

 

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