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Em busca por informações confiáveis, tráfego em veículos digitais de imprensa cresce 46%

Saúde, notícias, política e negócios impulsionam aumento do consumo de informações nos principais veículos da região

ProXXIma
17 de abril de 2020 - 9h03

 

O mundo inteiro está com os olhos voltados para a pandemia do novo coronavírus e seus impactos na saúde da população e em outras áreas importantes da sociedade, como negócios e política. Neste cenário, a Teads, Plataforma Global de Mídia que reúne mais de 3 mil veículos de mídia em todo o mundo, incluindo os de maior evidência de cada país, anuncia os resultados do relatório “Análise de Tendências de Tráfego e Consumo de Conteúdo na América Latina”.

O relatório faz uma análise precisa das preferências das pessoas ao buscar informações no ambiente online e tem como base o comportamento dos 251 milhões de usuários latino-americanos que visitam os sites integrados a Plataforma da Teads em todo o mundo. A pesquisa leva em consideração os dados de seis países – Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru – nos últimos três meses, ou seja, desde o final de dezembro de 2019, quando iniciou-se o surto da doença.

De acordo com a análise, nos últimos três meses, as visitas aos principais portais profissionais de notícia cresceram 46% contando com os mercados da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. No Brasil, este crescimento foi de 24%.

 

 

  • Desde o início do surto, no final de dezembro, as visitas aos veículos digitais de imprensa mais relevantes cresceram 46% na América Latina. o interesse em ter informações verificadas e conteúdo produzido por profissionais é identificado em todos os países

 

  • No Brasil, a visita à categoria “notícias” aumentou 84% e o tópico de saúde teve um crescimento de 456% desde fevereiro. A Argentina é o país com o maior aumento no consumo de notícias registrando um crescimento de 186%

 

  • No Brasil e no México as visitas a conteúdos relacionados a bens de consumo dobraram, assim como no Peru e Argentina, onde o consumo de informações sobre alimentos cresceu 100%

 

 

 

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