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Marcas com causas sociais e ações digitais são mais valorizadas

Novo estudo global da Havas Worldwide aponta dois tipos de consumidores e conclui que o público deseja ver empresas com presença nas redes sociais e preocupadas em melhorar a sociedade

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2 de dezembro de 2013 - 12h36

Os consumidores querem marcas que combinem propósito social com forte atuação nas redes digitais. A afirmação é o resultado do novo estudo global divulgado pela Havas Worlwide, realizado em 31 países, inclusive o Brasil. A pesquisa ouviu 10,219 pessoas que foram dividas em duas categorias: os Prosumers, consumidores mais engajados, influentes e céticos em relação à publicidade, e os Mainstream, que seguem um comportamento padrão em relação às marcas.

 

Um ponto em comum entre os dois tipos de público é que a maioria crê que assim como os governos, as empresas têm a responsabilidade de transformar a sociedade de forma positiva. Grande parte dos Prosumers (87%) e dos consumidores (65%) afirma que a reputação da marca aumenta quando há atuação em comunidades locais por meio de projetos sociais.

 

Dentro desse contexto, são mais favorecidas as marcas que sabem interagir com o consumidor no ambiente digital. O estudo aponta que dois terços dos Prosumers e metade dos consumidores valorizam a presença das empresas nas redes sociais, o que ajuda a construir a reputação de forma transparente junto ao público.

 

A voz que as redes sociais deram aos consumidores também fez nascer a tendência da participação do público em projetos da empresa. Empresas internacionais como a TOMS, de sapatos, e da One World Futbol (bolas de futebol) já adotaram posicionamento de marketing no qual a pessoa também pode contribuir com uma causa.

 

No cenário digital, a palavra final sobre uma marca está nas mãos dos colaboradores da empresa. A pesquisa mostra que 67% dos Prosumers e 53% dos consumidores afirmam que a opinião desse grupo tem mais credibilidade do que a publicidade ou um veículo de comunicação.
 

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