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A crise do varejo nos EUA e o que devemos esperar?

O setor perde 9 mil empregos por mês nos EUA. Se não fosse a Amazon, o indicador do setor seria negativo.

ProXXIma
28 de julho de 2017 - 8h50

Por Marcelo Trevisani (*)

Os americanos compram cada vez mais pela internet, o ecommerce já representa quase 18% das vendas no varejo dos EUA. O setor varejista enfrenta uma grande transformação devido o impacto da tecnologia e digital. De acordo com a Standard & Poor’s ainda em 2017 mais de 10 empresas vão entrar em bancarrota, isso mesmo, em falência. Entre essas empresas está a Sears fundada em 1886.

O Credit Suisse estima que cerca de 8,640 lojas podem fechar apenas este ano – superando a crise financeira e pontocom. A desaceleração está atingindo o mercado de trabalho em grande parte dos EUA – o setor de varejo perdeu em média 9 mil empregos por mês este ano, de acordo com o Bureau of Labor Statistics.

Até agora, o índice do varejo da S&P 500 cresceu 10% neste ano. Mas a única razão pela qual não está pior é porque a Amazon compõe um terço do indicador, e suas ações subiram mais de 33% neste ano devido a compra da Whole Foods. As ações do gigante on-line agora valem U$477 bilhões, mais da metade do resto do mundo dos varejistas listados nos EUA. Sem a Amazon o índice não seria positivo.

Aqui fica a pergunta: a sua marca/empresa continuará usando mapas antigos para caminhos novos?

 

(*) Marcelo Trevisani é Diretor de Marketing da C&IT

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