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WiBX, primeira criptomoeda brasileira a ser listada em Exchange

WiBX passa a ser comercializada na CoinBene a partir de amanhã. Parceria com outras corretoras serão anunciadas em breve pela Startup

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27 de fevereiro de 2020 - 8h04

A WiBX passa a ser oficialmente negociada na CoinBene, primeira corretora Top 10 Global a se instalar no Brasil. As transações de compra e venda da primeira criptomoeda brasileira começam a partir desta sexta-feira, 28, às 10h (horário de Brasília). Lançada há um ano, a WiBX é um utility token que pode ser trocado por produtos e serviços e, a partir de agora, por dinheiro nessa exchange. A expectativa é que a WiBX, em breve, seja listada em outras plataformas de negociação de moedas digitais.

A CoinBene é uma Startup Global com sede em Singapura especializada no mundo dos ativos financeiros digitais. Conta com escritórios em Hong Kong, Malásia, Índia e Brasil. A empresa está entre as maiores top globais exchanges no CoinMarketCap e possui clientes em mais de 150 países. Para negociar WiBX, basta criar uma conta gratuita na plataforma www.coinbene.com.br.

WiBX

A WiBX é a primeira moeda virtual exclusiva para as relações de troca entre marcas e consumidores do setor de varejo. Para conquistar unidades do utility token basta baixar o aplicativo (iOS, Android e WebAPP) no celular e efetuar um cadastro gratuito (para usuário final). Os usuários são recompensados com o token após o compartilhamento de campanhas e recomendações de varejistas em suas redes sociais.

A plataforma WiBX conta com cerca de 600 comerciantes de todos os portes e grandes parceiros de negócios como o Allianz Parque, Camisaria Colombo, Movida e Editora Três, entre outros.

Além da vantagem de troca da moeda por produtos e serviços de varejo, agora também será possível comprar, vender e trocar os tokens na Exchange CoinBene.

Tecnologia

A WiBX utiliza duas Blockchains sincronizadas. A moeda pode rodar em exchanges e ser auditável por qualquer usuário da plataforma. Um sistema próprio batizado de BCH – Blockchain Handler foi criado para permitir esse sincronismo entre Blockchains. O resultado: o modelo, conhecido como Sidechain, garante não somente os pagamentos digitais, bem como a velocidade de transações em PDVs dos clientes através de dispositivos de NFC (Near Field Communication) e QR Code. Na WiBX, as ações dentro da plataforma têm a capacidade de pelo menos 4 mil transações por segundo.

A Startup também possui um núcleo de pesquisa e desenvolvimento avançado, o STAMPS (Soluções Tecnológicas Aplicáveis a Mídias e Produtos Sociais), executado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). O Projeto STAMPS representa uma cooperação para investigação de linhas de pesquisa envolvendo tecnologias de inteligência artificial, blockchain, segurança, teoria de jogos, computação quântica, detecção de fraudes, internet das coisas (IoT – internet of things) e aprendizado de máquina (Machine Learning – ML). O objetivo é o de aumentar a eficiência de negócios seguindo a Metodologia do ITA para gerar um intercâmbio de melhores práticas entre o mercado e a academia.

À frente da empresa estão os sócios Pedro Alexandre, Vagner Sobrinho e Guga Stocco com a Domo Squadra. A Startup ainda conta com um time de peso de conselheiros como Caco Alzugaray da Editora 3, Felipe Miranda e Caio Mesquita da Empiricus e Acta Holding, Felipe Prata da Nest Investimentos, Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, Cristiano Melles, presidente da Associação Nacional de Restaurantes, entre outros. A startup tem ainda uma preocupação social: um percentual de todas as ações realizadas dentro da plataforma também se converte ao projeto WiBX Social, que será destinado a causas de inclusão sociodigital da população brasileira.

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