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Primeiro estudo de startups de Sports Tech do Brasil mostra mercado em ascenção

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Primeiro estudo de startups de Sports Tech do Brasil mostra mercado em ascenção

Com o consumidor cada vez mais exigente, além da carência de investimentos e de inovação, a tendência do mercado esportivo é recorrer às soluções ágeis, criativas e baratas que otimizem suas operações. Aparecem aí as oportunidades para as Sports Techs se estabelecerem.

Pyr Marcondes
18 de março de 2020 - 9h39

O estudo foi uma co realizado pela Liga Insights, BST – Brazil Sports Tech e Supera Parque, com o patrocínio do Derraik & Menezes Advogados, ENGIE, iDEXO e State, e apoio do Arena Hub, Inovativa Brasil e Sports Network e mapeia 135 startups.

Mostra um setor que, apesar de composto por startups, portanto, empresas em fase de construção, já superou a fase inicial de implantação pioneira, para estar hoje no estágio de consolidação e crescimento.

Há startups nichadas em inúmeros sub-segmentos, estando o estudo dividido em 13 categorias diversas.

Para realizar o estudo, os organizadores reuniram dados e informações de diferenciadas fontes, como aqui o nosso Meio & Mensagem, mas também UOL, Forbes, PR Newswire, Computer World, Wall Street Journal, entre outros.

O miolo do estudo são mapas categorizando as startups setorialmente, com links para cada uma delas, além de análises macro do ecossistema como um todo, com estatísticas e dados gerais do setor de Sports Tech.

Para Vinicius Golmie, um dos fundadores da Sports Tech Brazil e sócio-fundador e CEO da iSportiistics, o estudo tem alta relavância: “Desde que começamos nossa jornada na iSPORTiSTiCS, sentimos falta de mais informação sobre o mercado que estamos inseridos. Vemos um cenário de sports tech muito organizado em alguns países que interagimos, mesmo aqueles com menor expressão no mundo do esporte, e um estudo como esse é fundamental para ocuparmos um novo patamar no ecossistema de startups”.

E complementa: “Acredito que o estudo é importantíssimo para a indústria do esporte, que ainda interage pouco com as novas soluções tecnológicas e precisa de mais conhecimento sobre inovação para ter mais capacidade de convertê-las em mais dados, informações, conteúdos e novas linhas de receita pouco exploradas ainda; do lado do ecossistema de startups. O estudo também traz a possibilidade de mais engajamento entre as próprias startups, clientes e fornecedores, além de investidores e fundos de venture capital que terão mais condições de incluir sports tech nos seus interesses.”

Abaixo, o release oficial do lançamento e mais abaixo ainda link pra consulta do estudo completo.

Liga Insights lança, em parceria com a Brazil Sports Techs e o SUPERA Parque, estudo inédito sobre Sports Techs 

A indústria do esporte no Brasil está aquecida. Com o avanço da tecnologia, são inúmeras as tentativas das marcas, clubes, empresas patrocinadoras para impactar e conquistar clientes e fãs. Acompanhando a evolução do mercado, os investidores e empreendedores começam a olhar com outros olhos as oportunidades que surgem no esporte.

Com o consumidor cada vez mais exigente, além da carência de investimentos e de inovação, a tendência do mercado esportivo é recorrer às soluções ágeis, criativas e baratas que otimizem suas operações. Aparecem aí as oportunidades para as Sports Techs se estabelecerem.

Mas quais são as startups que estão surgindo? Ou melhor, quais são as startups que já estão estruturadas e atendendo o mercado esportivo com suas soluções? Em quais áreas elas atuam? Quais as soluções oferecidas hoje para este mercado? Ou melhor, quais as necessidades que ainda carecem de soluções?

Este estudo pretende responder questões como essas e gerar insights sobre o mercado esportivo brasileiro, coletando informações relevantes e mapeando as startups brasileiras que buscam seu espaço no mercado.

CLIQUE PARA LER O ESTUDO COMPLETO

 

 

 

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