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O que define a imersão e como ela muda uma narrativa?

Janaina Augustin, diretora de inovação da O2 Filmes, e Claudio Lima, CCO Latam da Cheil, falam sobre o impacto da tecnologia nas narrativas de conteúdo

Luiz Gustavo Pacete
28 de outubro de 2020 - 8h00

Tecnologias imersivas não são novas. Óculos de realidade virtual, soluções de realidade aumentada, e outras, existem há algum tempo. A questão, no entanto, é o papel que essas tecnologias começam a desenvolver no dia a dia das pessoas e quais soluções elas entregam, Esse é o tema em perspectiva no episódio 3 do Podcast ProXXIma com a participação de Janaina Augustin, diretora de inovação da O2 Filmes e Claudio Lima, CCO Latam da Cheil.

“O principal desafio, em termos de tendências e imersão, é pesquisar, entender e fazer até antes da demanda aparecer. Ou seja, é estar sempre a frente”, afrma Janaina. De acordo com a diretora da O2 Filmes, existem várias possibilidades na criação de um ecossistema ou projeto de imersão ancorado em um conteúdo estratégico, mas que tenha um desdobramento em várias telas e suportes.

No caso dos games, Claudio Lima aponta que os games se tornaram importantes do ponto de vista de conteúdo por que eles dão liberdade para que os jogadores sejam o que quiserem. “Os games permitem que você se transforme em um personagem, ou um outro ser. Isso ajuda muito a colocar na cabeça do gamer o storytelling. E segundo, conforme os games foram evoluindo, essa imersão ficou muito maior, os games entregam muitas outras coisas em termos de áudio e conteúdo que vão além do console.”

 

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