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Seis mulheres que fazem a diferença nos games

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8 de março de 2022 - 6h00

Samus, Samus cyber, Samus e Aloy (Crédito: Reprodução)

Forte, curiosa e determinada, Aloy, a guerreira ruiva da franquia Horizon, foi mais uma vez exaltada como a heroína dos games, por ocasião do lançamento de Horizon Forbidden West, feita pela Sony, em fevereiro. Mas ela não foi a primeira. Nesse Dia Internacional da Mulher, vou apresentar aqui personagens femininas que fizeram (e ainda fazem) a diferença nos games há mais de três décadas.

Vamos começar pela primeira heroína a aparecer em um game. Criada em 1986, pela Nintendo, Samus Aran é a personagem principal da série Metroid. Samus é uma Human Bounty Hunter(caçadora de recompensas) e ficou famosa por cumprir missões aparentemente impossíveis. Armada até os dentes com uma cibernética Power Suit , ela caça piratas espaciais e criaturas que absorvem energia, conhecidas como Metroid.

Dez anos mais tarde, a Capcom anunciava Jill Valentine, a primeira heroína de Resident Evil, uma das franquias de games mais apreciadas até hoje. Embora tenha um arsenal, Jill luta com inteligência e calma. A personagem engajou os jogadores e a aceitação fez com que os desenvolvedores investissem em muitas mulheres interessantes na série Resident Evil.

Em 2014, Alien : Isolation introduziu uma heroína diferente. Amanda Ripley tinha uma profissão: engenheira, o que lhe dava poder, pois era a única que sabia usar os materiais disponíveis pela Sevastopol para tentar escapar do temido Alien. Curiosidade: Sigourney Weaver, que interpretou Ellen Ripley no filme Alien, o Oitavo Passageiro, dublou Amanda.

Quem não se lembra de Lara Croft, da série Tomb Raider, interpretada pela sensual Angelina Jolie no cinema, em 2001? Muitas mulheres começaram a jogar videogame para interpretar essa aventureira – uma espécie de Indiana Jones de saias. Nos últimos jogos da série, os desenvolvedores da Square Enix foram criticados pela sexualização exagerada do corpo da personagem. Mas nem por isso desistiram dela. Criaram uma nova versão da Lara, que trocou o shortinho e os grandes seios por uma personagem charmosa e competente.

Por último, mas não menos importante, a heroína Boss do Metal Gear, da Konami, a série criada pela lenda Hideo Kojima, um dos mais cultuados diretores de videogames da atualidade. Boss consegue esconder seu sexo, ser heroína e vilã, e no fim da trama…vou spoilar…faz jus ao título de mãe das forças especiais.

Boss detém um senso de honra admirável, que a leva tanto a ensinar novatos (como Big Boss) como a assumir o papel de antagonista. Não dispensa um campo de batalha nem quando está grávida, e tem um fim trágico como o de todo herói que se preza. Traída e assassinada para evitar uma guerra!

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